Cada percurso de vida prima pela idiossincrasia, mas todos partilham o mesmo denominador: a capacidade de gerar aprendizagens que se constroem no trabalho, nas relações, nos desafios e nas experiências do quotidiano. O processo de RVCC convida precisamente a essa reflexão – reconhecendo o valor dos saberes adquiridos – e culminou no dia 21 de maio de 2026 para os candidatos A. e G..
A A. trouxe a sabedoria de quem aprendeu com a terra. Também este processo lhe foi um espaço de descoberta pessoal e apesar de por vezes árido, soube trabalhá-lo com a mestria de quem cedo trocou o lápis pela enxada. Habituada a respeitar os ciclos das estações, conhece a paciência da semente que espera o momento certo para germinar e a persistência necessária para transformar esforço em colheita. Entre responsabilidades familiares e desafios inesperados, durante as sessões foi semeando confiança, regando aprendizagens e colhendo a certeza de que o conhecimento adquirido ao longo da vida merece ser reconhecido.
O G., ligado à vida sindical, habituou-se a defender direitos e a construir caminhos através do diálogo e da luta coletiva. Acostumado a reivindicações, deparou-se no processo de RVCC com um desafio diferente: escutar a sua própria voz. Como numa longa negociação em que cada passo exige reflexão e perseverança, foi descobrindo que as conquistas mais significativas são, muitas vezes, aquelas que acontecem dentro de nós. Neste percurso, transformou dúvidas em confiança, fazendo-o com avanços e recuos, momentos de tensão e de conquista, mas sem abandonar a mesa do diálogo consigo mesmo.
A A. e o G. demonstraram que aprender não é um ato circunscrito à escola nem uma etapa confinada à juventude. Aprender é viver, experimentar, errar, superar, construir e recomeçar. Hoje, representam muito mais do que uma certificação concluída. São a prova de que cada vida se escreve em múltiplos capítulos e que cada experiência amplia a compreensão do mundo. São testemunhos vivos de que nunca é tarde para olhar para trás, reconhecer o caminho percorrido e dar-lhe o valor que merece porque, tal como a terra guarda a promessa da colheita e a palavra guarda a força da mudança, também cada pessoa tem em si um património de saberes digno de ser valorizado. E quando isso acontece, não se certificam apenas competências: celebra-se uma vida inteira de conquistas. E esta é mais uma.
Isabel Moio – Técnica de ORVC
Adaptação e Mudança
No dia 28 de maio de 2026, realizou-se mais uma sessão de certificação no Centro Qualifica. Apesar de distintos, os temas apresentados pelos candidatos partilharam um traço comum: a capacidade de adaptação à mudança. Seja através de uma experiência de mobilidade entre países ou da reflexão sobre os impactos da Inteligência Artificial no futuro da humanidade, ambos os trabalhos evidenciaram competências de análise, espírito crítico e aplicação de conhecimentos a situações concretas da vida pessoal e social.
A sessão iniciou-se com a prova de uma candidata de nível básico, que apresentou o trabalho final intitulado “Mudança de Vida: De Pombal para Girona”. Partindo da sua experiência pessoal, descreveu o percurso que a levou do Brasil a Portugal e, posteriormente, a Espanha, analisando diferenças linguísticas, culturais e políticas entre os três países.
Ao longo da apresentação, abordou ainda alguns momentos históricos marcantes das relações entre Portugal e Espanha e explicou as várias etapas de preparação da sua mudança para Girona.
Num segundo momento, teve lugar a certificação de um candidato de nível secundário, que apresentou o tema “Entre Humanos e Máquinas: Dilemas Éticos em Eu, Robô de Isaac Asimov”[1], recorrendo à ferramenta Gamma AI para apoiar a sua exposição.
Partindo da obra “Eu, Robô”, o candidato começou por apresentar o autor Isaac Asimov e as célebres Três Leis da Robótica, explorando de seguida a sua relevância para os desafios contemporâneos colocados pela evolução tecnológica. Através da análise de diferentes contos da obra, refletiu sobre questões éticas cada vez mais presentes na sociedade atual.
Ao abordar o conto “Robbie”, analisou o impacto da tecnologia nas relações humanas e o risco de substituição de interações pessoais por dispositivos tecnológicos. Com base em “Raciocinar”, refletiu sobre a problemática da singularidade tecnológica e os possíveis cenários futuros associados ao desenvolvimento da Inteligência Artificial. Já através de “A Prova”, explorou conceitos relacionados com identidade e moralidade utilitária, enquanto em “Conflito Evitável” discutiu os benefícios e os riscos da utilização da Inteligência Artificial na tomada de decisões políticas e económicas.
Esta sessão de certificação demonstrou, uma vez mais, como o processo de RVCC permite valorizar aprendizagens realizadas em diferentes contextos e transformar experiências de vida em oportunidades de crescimento pessoal, académico e profissional.
[1] https://gamma.app/docs/Entre-Humanos-e-Maquinas-Dilemas-Eticos-em-Eu-Robo-de-Isaac-Asimo-k06ldew6g5my1n9
Mikael Mendes – Técnico de ORVC
A mais bela de todas as conquistas
Há vitórias que não se anunciam com estrondo. Chegam devagar, como chega a manhã depois de uma longa noite de introspeção: quase em silêncio, mas no passo firme. E foi com essa firmeza que no dia 31 de março de 2026 se celebraram no Centro Qualifica cinco vitórias em que cada uma trouxe mais do que conhecimentos: noites mal dormidas, dias curtos, dores antigas e responsabilidades adiadas.
Um carpinteiro, uma doméstica, uma ajudante de cozinha, uma operária fabril e uma ajudante de lar encerraram uma etapa do seu percurso formativo para poder abrir outras. Em comum? O poder das mãos que constroem, que limpam, que cozinham, que montam e que cuidam. E foi com essas mesmas mãos que também vieram até nós para escrever o futuro.
Diz-se que o valor de um caminho não está apenas no destino, mas na transformação interior que exige e nenhum destes candidatos chegou a este momento igual ao que era quando começou o processo de RVCC. Provaram a si mesmos que a condição humana é feita da espantosa capacidade de resistir, de crescer e de se reinventar e afirmaram que o conhecimento, quando conquistado com sacrifício, tem o peso das coisas verdadeiramente merecidas.
Prestar uma prova é sempre um privilégio porque não é todos os dias que se tem um júri centrado no trabalho de cada candidato, depositando todo o respeito e reconhecimento em cada um que, de pé perante olhares imparciais, defende o que tão bem sabe. Houve sacrifícios e responsabilidades ficaram presas num limbo entre o dever (como pais, mães, encarregados de educação, trabalhadores) e a valorização pessoal (porque entre todos aqueles papéis, muitas vezes esqueciam-se de se darem a si próprios).
Se a sociedade muitas vezes gosta de recordar às pessoas de onde vêm, a Educação oferece-lhes a possibilidade de escolher para onde vão e quem foi capaz de atravessar este caminho formativo descobriu dentro de si algo irreversível: a certeza de que é capaz. E esta talvez seja a mais bela de todas as conquistas.
Isabel Moio – Técnica dde ORVC
Em busca de mais
No dia 18 de dezembro de 2025, quatro candidatos de nível básico cumpriram o que há muito almejavam: o 9.º ano de escolaridade.
Ensina-nos o processo de RVCC que embora o fim seja o mesmo – a obtenção deste nível de qualificação –, o motivo que conduz a esse ponto difere de pessoa para pessoa. Se há quem procure o Centro Qualifica por uma questão de valorização pessoal, há quem veja neste processo uma forma de acompanhar os desafios atuais, em que as tecnologias estão impregnadas e são incontornáveis.
Acomodar as sessões de reconhecimento de competências e de formação complementar em agendas vivas em que os horários de trabalho são certos à entrada mas não à saída, em que situações familiares apelam à presença e ao cuidado e em que o trabalho a prestação de serviços é exigente e incerto foram algumas das dificuldades comuns sentidas pelos candidatos. No entanto, apesar dos ventos por vezes desfavoráveis, todos souberam com a mestria necessária ajustar as velas e gerir prioridades para alcançar a terra firme que a certificação lhes seria.
Durante a viagem em alto mar, ora calma ora conturbada, acondicionaram os conteúdos das várias áreas de competências-chave, integraram-nos nas suas estruturas mentais e seguraram com confiança e determinação o leme prosseguindo em busca de mais porque, independentemente do motivo de partida, todos os candidatos acabam o processo partilhando um sentimento comum: o gosto pela formação, cientes do que ainda podem e querem desenvolver.
Isabel Moio – Técnica de RVCC
Do 8 ao 80
No processo de RVCC todos têm lugar e oportunidade, independentemente dos percursos de vida, das escolhas e da idade. Exemplo disso foi a sessão de júri de certificação de nível básico do dia 27 de novembro de 2025 que, na mesma sala, juntou quem tinha 10 e 20 anos quando ocorreu a Revolução dos Cravos e quem nasceu 30 anos depois desse momento histórico de viragem.
E se há algo bonito neste processo é o respeito e a admiração entre os candidatos e o facto de evidenciarem o orgulho de “voltar à escola”, de percorrer os corredores entre os mais jovens e de se sentirem parte ativa neste contexto, como tantas vezes confidenciam à Equipa.
Por esse motivo, os ganhos vão muito para lá do que constroem durante as sessões de reconhecimento e do que desenvolvem na formação complementar. Há autoconhecimento e redescoberta. Prazeres arrumados nas gavetas do tempo são aqui aflorados e reinventam-se e projetos tímidos e embargados batem à porta do coração e da consciência dos candidatos, despertando-os para capacidades adormecidas ou anestesiadas na sombra de tradições e legados culturais.
Os portefólios viram metáforas de vidas de história e de histórias de vida: “Versos que sou” personifica quem, em rima cruzada, ajeita a caneta para reproduzir a ligação à terra, às gentes e aos costumes; “Vida em produção” reflete o trajeto de quem acumulou experiência profissional na indústria têxtil, acompanhando mudanças e exigências; “O último dia na gaiola” representa o valor de um certificado de qualificações nas mãos de quem nenhum tem e a esperança de, na sua posse, libertar-se de algumas tradições que (ainda) prendem, perpetuando tendências que urge combater e esbater.
Por trás da exigência da Equipa está o reconhecimento pelo esforço que cada candidato experiencia ao longo do processo de RVCC, mas é também objetivo que cada um leve deste percurso ferramentas e conhecimentos que lhes possam ser úteis para responder a cada novo projeto que abraçarem… porque um ponto de chegada é um excelente ponto de partida e é isso que se pretende que cada sessão de júri de certificação signifique.
Isabe Moio – Técnica de ORVC
Da parceria aos parceiros
O dia 17 de julho de 2025 representou para quatro candidatos de nível básico o término da etapa formativa que connosco realizaram. Não vieram bater à nossa porta. Fomos nós ao encontro deles quando, no âmbito de uma parceria entre o Centro Qualifica e a COPOMBAL – Cooperativa Agrícola de Pombal, procedemos à divulgação do processo de RVCC e do Acelerador Qualifica.
Quando convidados a virem ao Centro Qualifica para uma sessão de esclarecimento coletiva não recusaram. Não tinham nada a perder e o que se supunha ser uma sessão breve transformou-se, logo ali, numa conversa que facilmente se confundiria com o início do processo. Foi notório o entrosamento entre os candidatos, deixando antever que o grupo tinha requisitos estruturantes para funcionar bem. Não foi, porém, assim tão linear, pois se para uns estava clara a ideia de fazer a inscrição e “ver o que isto vai dar”, também houve quem considerou que não era o momento. No entanto, duas décadas de experiência facilmente colocaram a equipa do Centro na posição de quem vê para lá do objetivamente observável, de quem sente para lá do percetível e não desistiu de acreditar. Foi assim que o grupo aumentou em número de elementos, em coesão e força agregadora, sendo exemplo, inclusive, para outros candidatos.
Deixaram de ser apenas os formandos de distintas turmas de Aplicação de Produtos Fitofarmacêuticos da COPOMBAL para passarem a partilhar cronogramas no processo de RVCC, boa disposição, risos, experiências de vida e até alfaces, o que revelava a cumplicidade e os laços criados. Compareceram sempre, com pontualidade e compromisso inquebráveis, apresentando-se meia hora antes do início das sessões e aproveitaram esses momentos para desfrutar do bar da Escola. Das sessões, uns levaram ferramentas que poderão ajudá-los na reintegração profissional e outros conhecimentos de informática que irão certamente utilizar na sua vida pessoal, uma vez que aprender a trabalhar com o computador foi uma das principais motivações que os mobilizou. Mas, para eles, o processo de RVCC era muito mais do que o próprio processo. Era uma oportunidade de combater o isolamento social, de confraternizar e de sair da rotina. Tornaram-se verdadeiros parceiros.
Habituados a trabalhar a terra, a semear e a cuidar, tiveram sempre discernimento para filtrar o essencial e, com orgulho, colher os frutos que o processo de RVCC lhes deu. E, porque um ponto de chegada é um excelente ponto de partida, que o final desta etapa seja prenúncio de outras que breve iniciem.
Isabel Moio – Técnica de ORVC
Velhos? São os trapos!
As portas abertas do Centro Qualifica determinam a diversidade de perfis, de histórias e de vidas que por elas entram. Nem todos são jovens e empregados. Nem todos são de meia-idade empregados. Nem todos querem ficar acomodados à situação laboral em que se encontram. Também são reformadas algumas das pessoas que aceitam o desafio de voltar aos bancos da escola com um caderno na pasta, um coração aberto e as mãos calejadas da vida dispostas a agarrar novamente um lápis e uma caneta, mas também a aprender a explorar algumas das ferramentas informáticas a que um computador nos dá acesso.
Foi este o caso da M. e da N. que, cerca de sessenta anos depois de saírem da escola, trocaram a comodidade das noites na sua casa pelas cadeiras de uma sala que as levou a revisitar o 25 de Abril de 1974 – tendo-o vivenciado, sem na altura terem noção do que se estava a passar –, que as ajudou a suavizar a relação árida com os números quando tomaram consciência que a Matemática, se compreendida, ganha de facto sentido e significado, e que as ajudou a voltar a juntar as letras em exercícios de leitura e de escrita melhorando estas competências basilares na vida de qualquer pessoa.
Passados todos esses anos desde que a escola ficou para lá no tempo, poderá não lhes ter sido inicialmente fácil retomar hábitos enferrujados e desenvolver outros: para uma, entre as mondas do arroz e a gestão de um restaurante construído de raiz; para outra, no carrossel de aventuras criadas de restaurante em restaurante, ora por conta própria ora por conta de outrem. No entanto, tiveram em comum o exemplo de vida que foram para a Equipa, mas sobretudo para outros potenciais candidatos, que contaminaram com a sua energia e capacidade de adaptação e de superação. Afinal… Velhos? São os trapos!
Isabel Moio – Técnica de ORVC
Superar desafios
A A. teve a coragem que muitos não têm: arrancar as suas raízes do seu país de origem, a Roménia, para as transplantar noutro, que a acolheu. Escolheu Portugal. Mas, para agarrar bem à terra, como gostam as plantas que querem crescer fortes e firmes, tem enfrentado as barreiras linguísticas que ainda sopram agitadas e lhe dificultam uma integração plena e mais participativa.
Frequentar um curso de Português Língua de Acolhimento poderia ajudá-la a desabrochar. Contudo, o horário de trabalho que pratica impede-a não apenas de passar mais tempo com os seus filhos, mas também de cumprir a assiduidade requerida por aquele curso.
Por isso, viu no processo de RVCC um rasgo de luz e um raio de sol que poderia aquecer-lhe as pétalas e amaciar os espinhos da língua portuguesa. Não havendo soluções ideais nem milagres, a Equipa procurou dar-lhe as condições de que necessitam as plantas corajosas para crescer com determinação. Assim, durante este percurso foi ganhando a autoconfiança que lhe permitiu melhorar as suas competências na escrita, na oralidade e na leitura, mas também na informática e no raciocínio matemático, ciente de que o caminho a percorrer na aprendizagem ao longo (e em todos os espaços) da vida não encerra com o término do processo de RVCC.
Aos poucos, a A. foi-se libertando da sua timidez inicial, mostrando a fibra de que também é feita de modo a poder partilhar, no dia 03 de abril de 2025, o resultado de um percurso de (auto)descoberta e de (auto)conhecimento que lhe foi exigente e desafiante, mas que a Equipa do Centro Qualifica também acredita que terá sido enriquecedor, construtivo e projetivo.
Isabel Moio – Técnica de ORVC
Passo a passo
I
Melhorar a proficiência no Português
Foi-lhe a força motriz para a inscrição
Mas foi muito mais aquilo que fez
Do primeiro momento à certificação
Nas dúvidas havia o Google Tradutor
Para converter a tradução em Mandarim
Porque aprender é também um ato de amor
Que tem começo mas não tem fim
II
Sempre de caderno aberto
E de lápis pronto na mão
Bebeu conteúdo de cada palestra, é certo
E, ao longo dos meses, de toda a sessão
Registou, fixou, cresceu
Como semente que germina com calma
E o que o processo com tempo lhe deu
Foi uma espiga dourada com alma
III
Foi no dia 11 de julho do ano corrente
Que aconteceu o júri de certificação
E cada história de vida de forma evidente
Apresentou a prova com saber e emoção
E porque um ponto de chegada
É um excelente ponto de partida
Que seja uma rampa esta etapa terminada
Para a aprendizagem ao longo da vida
Isabel Moio – Técnica de ORVC
Recalculando… chegou ao seu destino!
− Na rotunda, siga em frente.
E foi assim que os dois candidatos cuja sessão de certificação ocorreu no dia 08 de maio de 2024 saíram da rotunda na qual andavam às voltas e tomaram a decisão: o processo de RVCC seria a saída que lhes daria acesso a projetos maiores.
Ambos têm na condução a sua força motriz profissional: um, ligado ao transporte de passageiros; outro, ao de mercadorias. Apesar das diferentes tipologias, tiveram de cumprir a regulamentação laboral no que respeita aos períodos de condução nos quais se incluíram os tempos de viagem pelas áreas de competências-chave, agregando valor de cada uma e com ela enriquecendo o seu portefólio.
− Recalculando…
Alternativas profissionais e formações paralelas convidaram a desvios, mas o foco estava no destino.
STOP.
Às vezes também é preciso (saber) parar, seja para rever o caminho ou simplesmente para descansar. Os dois candidatos não descuraram os repousos e, apesar de o processo de RVCC lhes ser importante, a família também não saiu dos seus horizontes. E, mesmo quando encostados à box por opção própria, na berma do objetivo de concluir o 9.º ano, a equipa continuou a contactá-los para saber quando reuniam condições para prosseguir viagem.
− Continuar pela estrada principal.
Formação complementar: recordar o Inglês, transformar a Matemática de cálculos mentais rápidos em linguagem escrita coerente, aprofundar a Cidadania, ler com calma para extrair mensagens e reproduzi-las fielmente sob a forma de resumos, explorar as potencialidades que a tecnologia coloca ao nosso dispor… Portefólio: história de vida, recordações, fio condutor, encaixe da formação complementar com atribuição de sentido e de valor. E, finalmente….
− Chegou ao seu destino.
Os dois candidatos são um exemplo de que fizeram e fazem história da sua vida, não se deixando simplesmente arrastar por ela. Agora, com mais habilitações escolares em sua posse, a equipa do Centro Qualifica deseja que, mesmo que optem por caminhos menos convencionais, não percam o norte e lembrem-se que o retrovisor é mais pequeno do que o para-brisas porque é sobretudo para a frente que devemos olhar.
Isaebl Moio – Técnica de ORVC