Atividade de parceria com o Teatro Cine


Nos dias 15 e 18 de novembro, os alunos do 7.ºA, B e C foram ao Teatro Cine de Pombal, no âmbito da disciplina de Português, nomeadamente do estudo do Conto. Os alunos tiveram a oportunidade de visitar a exposição de João Belga e Nuno Bettencourt, ouviram o reconto de “A noiva do corvo”, de Teófilo Braga, e participaram num workshop de expressão plástica. Por fim, os trabalhos realizados foram expostos no átrio da escola Marquês de Pombal de 2 a 6 de dezembro.

Florinda Pereira

“O Principezinho” viaja até Pombal – e cria laços connosco!


No dia 28 de novembro, realizou-se um teatro musical sobre a obra de Antoine Saint-Exupéry “O Principezinho”, no Teatro-cine de Pombal.

Os alunos do 5.º e do 6.º ano da Escola Básica Marquês de Pombal foram assistir a este espetáculo teatral recriado por quatro atores. Os atores fizeram vários papéis: o Principezinho (Príncipe de Palmo e Meio) demonstrava grande alegria, o gosto de ser criança e de viajar. Ensinou-nos que não devemos dar tanta importância aos valores materiais, mas sim aos valores sentimentais. O aviador mostrou tristeza por ser uma pessoa crescida e não ter imaginação, no final, ele sentiu falta do seu amigo e demonstrou saudade. A Rosa era literalmente uma grande Diva, ingrata em relação a tudo o que o Principezinho lhe proporcionava e fazia-se de difícil, mas na hora da despedida mostrou sinais de tristeza e de abandono. O Rei queria súbditos, mas o seu planeta era minúsculo, queria que o Principezinho se julgasse a si próprio no seu planeta e queria companhia. O Vaidoso, o Rico (Homem de Negócios), o Bêbedo e a Vendedora de Comprimidos só davam valor aos bens materiais e destrutivos. O Acendedor de Candeeiros surgiu aos olhos do Principezinho como uma pessoa útil porque não se importava só consigo e tinha a tarefa de apagar e acender o candeeiro todos os dias da sua vida. Já no deserto, a cobra prometeu ao Principezinho que, com uma mordidela, ele voltaria ao seu planeta e este, com a sua inocência, acreditou e foi atingido com o seu veneno. A Raposa ensinou ao Principezinho o sentido de cativar, o valor da amizade e da importância de cuidar de quem amamos. Contou-lhe este segredo “O essencial é invisível aos olhos“ das pessoas crescidas.

Esta peça encantou-nos e ensinou-nos o gosto de ser criança para sempre.

Alunos do 6ºF (2019)

 

As emoções em palavras:

«Esta história… … foi muito inspiradora e divertida (Afonso) … comovente (Ana Leonor) … mostrou-nos o valor da amizade e da imaginação (Clara, Francisco Mota) … que nunca devemos deixar de ter a nossa “criança” cá dentro (Sofia) … que a amizade é a melhor casa do mundo (Francisco Marques) … que é bom ser criança (Mateus, Ema, Santiago) … que a amizade e o amor têm muito valor (Margarida) … que mesmo quando somos adultos, ainda temos um pouco de criança lá por dentro (Ana Sofia)… ensinou-nos a não desistir dos nossos sonhos (Constança) … como é bom imaginar (Ana Filipa) … fiquei com vontade de ler o livro (Ademar).» 6.º F

«A peça foi muito engraçada e gostei mais do final quando o Principezinho e o aviador se abraçaram. Também me ajudou no meu futuro, eu queria ser professora, mas já não quero mais. Vou querer ser atriz porque o teatro me inspirou muito e vai ajudar-me a esquecer os problemas (Nikole). Eu tinha lido o livro e tinha visto o filme, mas não tinha percebido a história, agora já entendi (Guilherme). Eu gostei de participar na peça (Simão).» 6.º I

«Eu gostei… da raposa… da cobra … do planeta do vaidoso… do planeta do rei… do planeta do bêbedo… eu admirei muito o acendedor de candeeiros porque ele não se importava só com ele, mas sim com o candeeiro e tinha um trabalho útil… eu gostei de todos.» 5.º D

Ida ao teatro – “Embarcação do Inferno”


No passado dia 7 de novembro, os alunos de todas as turmas de 9.º ano foram ao Teatro da Cerca de São Bernardo, em Coimbra, assistir a uma peça de teatro criada por duas companhias: a Escola da Noite de Coimbra e o CENDREV ou Centro Dramático de Évora.

A peça intitulada “Embarcação do Inferno” é uma encenação de um dos autos de moralidade mais famosos de Gil Vicente: “Auto da Barca do Inferno”, obra que há muitos anos faz parte das leituras obrigatórias do 9.º ano.

Nesta peça, o cenário é pouco ortodoxo, pois não existem barcas, mas conseguiram criar uma verticalidade espantosa, que expande o palco (o Céu no topo, o Inferno como área dominante e a vida terrena em baixo), através de alçapões, cordas e escadas. Na minha opinião, o espaço cénico estava muito bem conseguido.

Apesar de serem poucos atores a desempenharem o papel de muitas personagens, a entrada e saída destas estava muito bem concebida, há muita dinâmica em cena e a atenção do espetador tem de se concentrar em tanta ação no palco. Um facto curioso é não se recorrer só a atores. Para as personagens figurantes e para os Quatro Cavaleiros e Enforcado, foram utilizados bonecos, ideia muito engraçada que desperta mais interesse na peça.

No final, a conversa com os atores foi animada. Ficámos a perceber um pouco mais desta arte que requer um grande trabalho de equipa, muito estudo e muita criatividade.

No geral, foi um espetáculo original e acho que mudou a ideia de espaço cénico imaginado pelos alunos. Recomendo verem esta peça porque os atores fazem um ótimo trabalho de representação e, tal como queria Gil Vicente, mistura-se crítica social e muito divertimento.

Guilherme Martins, 9.º A

Teatro na Escola “Ladino e Vicente”


No passado dia 21 de fevereiro, o ginásio da Escola Secundária de Pombal foi palco de duas sessões da peça “Ladino e Vicente”, pela companhia AtrapalhArte. Assistiram ao espetáculo todas as turmas dos 7.º e 8.º anos do agrupamento, tendo por base o estudo dos contos em representação: “Ladino” e “Vicente”, da obra Os Bichos, de Miguel Torga. Estes contos, fazendo parte da estrutura curricular da disciplina de português, no 7.º e 8.º anos, respetivamente, foram alvo de uma adaptação, resultando numa animada representação que muito satisfez a curiosidade e as espectativas dos alunos e professores. Um muito obrigado a todos aqueles que se envolveram nesta actividade, pelo interesse, empenho e disponibilidade.

João Silvano

Teatro na Escola


T`Ulisses

No passado dia 18 de janeiro, o auditório da escola básica Marquês de Pombal recebeu duas sessões da peça de teatro T`Ulisses, pela companhia AtrapalhArte. A representação da peça foi promovida pela biblioteca escolar e pelos professores de português do 6.º ano, tendo como principais destinatários os alunos que, em paralelo com o estudo da obra “Ulisses”, de Maria Alberta Menéres” previsto nas metas curriculares de aprendizagem (6.º ano), tiveram a oportunidade de consolidar os seus conhecimentos com a apresentação deste divertido espetáculo teatral. Tanto os professores como os alunos se manifestaram muito agradados e satisfeitos pelo que viram, solicitando a continuidade deste tipo de iniciativas.

João Silvano

DivArt City em Movimento com o Teatro Amador de Pombal


No âmbito do projeto DivArt City, enquadrado no Movimento 14-20 a Ler promovido pelo Plano Nacional de Leitura, 9 alunos do AEP iniciam a sua participação na oficina de 30horas de Teatro Amador de Pombal, a decorrer de 4 de janeiro a 2 de fevereiro.

aCena-me!… aCena-nos! Assim se reinventam contextos de aprendizagem e promoção da leitura!

Nove, novos atores em palco prometidos assim para este Novo Ano!

Rir para aprender


Rir com a família e os amigos é do melhor que há e foi o que aconteceu no fim da tarde de domingo 14 de janeiro 2018, no teatro cine de Pombal.

Numa iniciativa da BE da Escola Secundária de Pombal e do Centro Qualifica, jovens alunos, adultos em formação, elementos da Universidade Sénior, professores, familiares e amigos embarcaram na epopeia dos Lusíadas, disfrutando de uma revisitação do poema épico de Camões, uma adaptação recheada de humor do Teatro Amador de Pombal.

Ao longo dos 45 minutos, num jogo vivo de interpelação permanente, os atores conquistaram o público, recolheram fortes aplausos e deixaram sorrisos estampados nos rostos de miúdos e graúdos.

Se para uns, a peça representou uma oportunidade para recordar os tempos de escola, para outros, terá sido certamente uma ótima sensibilização ao estudo da obra que constitui uma referência da identidade portuguesa no contexto literário universal.

Cristina Costa

Coordenadora do Centro Qualifica

Convite para “Os Lusíadas?” no Teatro-Cine de Pombal


No dia 14 de janeiro de 2018, pelas 17 horas, no Teatro-Cine de Pombal, o grupo “Teatro Amador de Pombal” representará a peça “Os Lusíadas?”, destinando-se aos alunos (jovens e adultos) do Agrupamento de Escolas de Pombal.

Contamos consigo! Contamos com a presença de todos quanto gostam de fazer rir, aprendendo!  

Vamos “Entrelaçar Saberes”, neste Novo Ano!

A equipa dinamizadora

(Biblioteca Escolar, Centro Qualifica e Professores de Português) 

Festival Infantojuvenil de teatro


Nos dias 23 e 24 de maio o clube de teatro da escola Marquês de Pombal participou no Festival Infantojuvenil de teatro promovido pela Câmara Municipal de Pombal.

Os alunos  participaram com muito empenho e responsabilidade. Estão de parabéns.

A coordenadora do clube de teatro,

Hermínia Marques