Texto para a semente – Comemoração do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência


Entre os dias 2 e 4 de dezembro de 2020, as docentes de Educação Especial dinamizaram diversas atividades pelas diferentes escolas do Agrupamento, a fim de consciencializar a população escolar para a importância da integração das pessoas com deficiência na sociedade e na escola.

Deste modo, nas diversas escolas do 1º ciclo e no Jardim de Infância da Redinha, foi explorada a história “Joaninha sem Pintinhas!”. Esta atividade intitulada “Não há mal em ser diferente!” pretendeu sensibilizar as crianças para as diferenças de cada um e promover atitudes de cooperação, interajuda e respeito pelo próximo.

No dia 3 de dezembro de 2020, na Escola Básica Marquês de Pombal, as docentes da Educação Especial em articulação/colaboração com o grupo de Educação Física dinamizaram no pavilhão gimnodesportivo com as turmas do 2º ciclo várias atividades adaptadas. As atividades intitulavam-se “Coloca-te na pele do outro”, Educação Especial, e “Dia Internacional da Pessoa com Deficiência”, Educação Física. Os alunos verificaram que existem modalidades adaptadas para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. A maioria dos alunos salientou que estas atividades deveriam repetir-se e existir mais tempo para as desenvolver, pois constataram que é realmente difícil estar na “pele do outro”.

Estas atividades contaram com a participação entusiástica dos alunos nas diferentes escolas.

As docentes da Educação Especial

“Princípios éticos numa cultura científica e tecnológica” – Videoconferências no curso EFA


Decorreram nos dias 24 de novembro e 2 de dezembro 2020, no Auditório Dra. Gabriela Coelho, no âmbito da Atividade Integradora número um do Curso EFA, duas palestras por videoconferência sob o tema “Princípios éticos numa cultura científica e tecnológica”.

A primeira palestra debruçou-se sobre a problemática “Uma comunidade global ética e solidária – Que condutas e comportamentos” e foi dinamizada pela Dra. Catarina António da ONG “Fundação Fé e Cooperação”, que pertence ao Departamento de Educação para o Desenvolvimento e Advocacia Social e que tem a seu cargo Projetos de Educação para o Desenvolvimento.

A segunda palestra, realizada em parceria com a Equipa da Saúde do Agrupamento focou-se na questão da bioética com o tema “Ética na saúde/ ciência e controvérsia”. Foi dinamizada pelo Dr. João Ramalho Santos, Professor Associado do Departamento de Ciências da Vida da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, líder do grupo de investigação em Biologia da Reprodução e Células Estaminais do CNC (Centro de Neurociências e Biologia Celular).

A Dra. Catarina António partilhou com os presentes, de forma envolvente em calor humano, apesar da distância física, as suas vivências nas frequentes e variadas experiências de voluntariado pelo mundo. Esta partilha proporcionou aos formandos momentos de reflexão e levou-os até realidades de vida muito diferentes que ela conheceu, quer no nosso país, quer em Timor Leste, Moçambique, Brasil e Guiné Bissau. Ficou bem presente o humanismo da conferencista quando referiu a sua solidariedade para com os mais pobres, os migrantes, as populações carenciadas que vivem nos bairros degradados às portas de Lisboa, entre outras situações onde é necessário intervir com eficácia e vontade de agir e mudar. É necessário ser solidário, dizia ela, e isso implica sair do “nosso quintalinho”. Segundo a Dra. Catarina, a atual pandemia poderá ser uma oportunidade para pôr em prática o valor da solidariedade, começando pela nossa rua/bairro. Devemos ter sempre presente a questão? E se fosse eu? Esta reflexão terminou com a ideia de que não basta ter sonhos. O importante é ter projetos e concretizá-los.

O Professor Doutor João Ramalho Santos, através de uma imagem, começou por evidenciar que a resposta a uma pergunta depende sempre da perspetiva de quem a interpreta e isto acontece de uma forma ainda mais visível com as questões da bioética. Destacou os princípios básicos que orientam uma tomada de posição. Temos, por exemplo, o princípio da beneficência, o da não maleficência, o da autonomia e o da justiça. Foi discutida a questão da eutanásia e da procriação medicamente assitida, das barrigas de aluguer e os princípios subjacentes à sua aceitação ou recusa do lado da sociedade em geral e do lado da ciência/ médicos.

Em suma, quem esteve presente nestas duas palestras ficou, sem qualquer dúvida, enriquecido em conhecimentos e em humanismo! Há pessoas que têm um valor indiscutível e que nos podem ensinar muito.

 

Os formandos do curso EFA

“O Oceano começa em nossa Casa”


No dia 2 de dezembro, os alunos do 5.ºA assistiram, por videoconferência, à sessão informativa “O Oceano começa em nossa Casa”, organizada pelo Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA) , integrada na 31.ª Campanha Coastwatch 2020-2021 “Um Mar de Oportunidades”, com o objetivo de dar a conhecer as saídas de campo Coastwatch. Esta atividade enquadrou-se na literacia científica do oceano e no âmbito do Programa Escola Azul.

Os alunos tiveram oportunidade de complementar aprendizagens enquadradas em alguns Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que se encontram a desenvolver no âmbito das disciplinas de Ciências Naturais e de Cidadania e Desenvolvimento. Assim, ampliaram os seus conhecimentos sobre os seres vivos marinhos, foram alertados para a importância da proteção e do uso sustentável dos recursos costeiros, bem como para a problemática do plástico e de outros resíduos que poluem o oceano e suas consequências para a biodiversidade marinha e saúde humana.

A ação do GEOTA é importante, pois dá a conhecer diferentes aspetos das zonas costeiras, consciencializando os estudantes para os principais riscos e ameaças que enfrentam, de forma a que estes sejam capazes de contribuir para um futuro mais equilibrado e sustentável destes ecossistemas.

Para conhecer melhor o Projeto Coastwatch clique no link: https://coastwatchnacional.wixsite.com/coastwatch-portugal

Programa Escola Azul          #escolaazul

A docente, Fátima Pessa

Visita de alunos do 7.º G e do 8.º A ao Museu Marquês de Pombal


Os alunos do 7.º G e do 8.º A visitaram o Museu Marquês de Pombal, acompanhados pela docente Florinda Pereira, nos dias 13 e 28 de outubro, no âmbito da disciplina de Português, nomeadamente do estudo do texto escrito – entrevista e texto memorialístico. Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer melhor o Marquês de Pombal e os problemas da sua época, no contexto das comemorações dos 250 anos da sua  Nomeação. Os discentes puderam, desta forma, fomentar o gosto pela escola, conhecer, respeitar e divulgar o seu património local e desenvolver o espírito de cidadania, entre outros aspetos.

Florinda Pereira

Dia da Floresta Autóctone


Dia da Floresta Autóctone na EB de Louriçal

A 23 de novembro celebra-se o Dia da Floresta Autóctone, uma floresta constituída por árvores e arbustos de espécies originárias do nosso território, como os carvalhos, os sobreiros, os castanheiros, as azinheiras, os medronheiros, os azereiros, os loureiros, os azevinhos, os alecrins, entre muitas outras espécies, que estão perfeitamente adaptadas às condições climáticas e do solo.

No âmbito do Programa Eco-Escolas e do Projeto “O Dia Verde”, os alunos da turma A do Jardim de Infância procederam à plantação de carvalhos em articulação e com o apoio da Junta de Freguesia. Os carvalhos foram fruto do cuidado da turma, no ano letivo anterior, no sentido de preservar e não destruir pequenos rebentos de bolotas que germinaram no bosque da escola.

Na escola, os alunos plantaram estacas de alecrim oferecidas pelo Município de Pombal.

Foi, ainda, feita a sensibilização a todos os alunos para a necessidade de preservar e plantar espécies autóctones.

 

A Educadora Titular e as Coordenadoras do Programa Eco-Escolas

Palmira Rocha, Sílvia Oliveira e Adélia Rodrigues