− Na rotunda, siga em frente.
E foi assim que os dois candidatos cuja sessão de certificação ocorreu no dia 08 de maio de 2024 saíram da rotunda na qual andavam às voltas e tomaram a decisão: o processo de RVCC seria a saída que lhes daria acesso a projetos maiores.
Ambos têm na condução a sua força motriz profissional: um, ligado ao transporte de passageiros; outro, ao de mercadorias. Apesar das diferentes tipologias, tiveram de cumprir a regulamentação laboral no que respeita aos períodos de condução nos quais se incluíram os tempos de viagem pelas áreas de competências-chave, agregando valor de cada uma e com ela enriquecendo o seu portefólio.
− Recalculando…
Alternativas profissionais e formações paralelas convidaram a desvios, mas o foco estava no destino.
STOP.
Às vezes também é preciso (saber) parar, seja para rever o caminho ou simplesmente para descansar. Os dois candidatos não descuraram os repousos e, apesar de o processo de RVCC lhes ser importante, a família também não saiu dos seus horizontes. E, mesmo quando encostados à box por opção própria, na berma do objetivo de concluir o 9.º ano, a equipa continuou a contactá-los para saber quando reuniam condições para prosseguir viagem.
− Continuar pela estrada principal.
Formação complementar: recordar o Inglês, transformar a Matemática de cálculos mentais rápidos em linguagem escrita coerente, aprofundar a Cidadania, ler com calma para extrair mensagens e reproduzi-las fielmente sob a forma de resumos, explorar as potencialidades que a tecnologia coloca ao nosso dispor… Portefólio: história de vida, recordações, fio condutor, encaixe da formação complementar com atribuição de sentido e de valor. E, finalmente….
− Chegou ao seu destino.
Os dois candidatos são um exemplo de que fizeram e fazem história da sua vida, não se deixando simplesmente arrastar por ela. Agora, com mais habilitações escolares em sua posse, a equipa do Centro Qualifica deseja que, mesmo que optem por caminhos menos convencionais, não percam o norte e lembrem-se que o retrovisor é mais pequeno do que o para-brisas porque é sobretudo para a frente que devemos olhar.
Isaebl Moio – Técnica de ORVC
Somos mais do que um campo de Narcisos
A Grécia Antiga é profícua em reflexões filosóficas e contos mitológicos que continuam a influenciar a forma atual de pensar. Um dos mitos muito conhecidos é a história de Narciso, que relata a vida de um jovem extremamente belo e arrogante, que acaba por se apaixonar pelo seu próprio reflexo, morrendo à fome e sede por não ser capaz de se afastar da sua própria imagem. Esta narrativa alerta-nos para os perigos de sermos, como a flor narciso, demasiado focados no nosso próprio umbigo, sendo preciso levantar a cabeça e observar o mundo que nos rodeia para agir.
Foi imbuído deste espírito de missão que D. fez a sua apresentação para a prova de júri de certificação de nível secundário, no dia 21 de março de 2024, inspirado pelo livro “A Era do Nós: Propostas para uma Democracia do Bem Comum” de João Ferro Rodrigues. Este é um candidato que está ligado a movimentos associativos na área do desporto e, enquanto pai, reconhece a importância de transmitir aos seus filhos a responsabilidade de participar ativamente na construção do bem comum.
Na exposição teve o cuidado de defender o equilíbrio entre o individualismo e o coletivismo, fazendo o paralelismo com a sua experiência como treinador, em que estimula o desenvolvimento pleno das particularidades de cada jogador, potenciando a cooperação e o trabalho de equipa para o alcance de objetivos de grupo.
Terminou com a exploração de ações concretas a tomar para a promoção do bem comum, assentes num envolvimento efetivo na comunidade.
Este foi o momento de encerramento de mais uma etapa na vida de D., com uma clara vitória, que lhe permitiu levar para casa a taça, ou melhor, o certificado de 12.º ano. Mas esta foi apenas a fase de eliminatórias regionais que o irão apurar ao campeonato nacional, isto é, ao prosseguimento de estudos para uma Licenciatura na sua área profissional, para que possa conquistar o título por si desejado.
Mikael Mendes – Técnico de ORVC
Equação do sucesso: variáveis e equilíbrio
As portas abertas do Centro Qualifica não nos deixam antever quem por elas entrará, estando a equipa sempre disponível para acolher quem aqui veja um rasgo de luz ou uma clareira de esperança. E não… nem sempre são pessoas com baixas qualificações que aqui se dirigem. E a S. é disso exemplo. Vinda de um país frio e de céu cinzento, a Rússia, onde se formou em Física – vertente de ensino, procurou em Portugal um equilíbrio térmico que lhe descobrisse o céu para melhores oportunidades de vida e estabilidade.
Não lhe sendo possível obter a equivalência aos seus estudos de origem, viu no processo de RVCC a oportunidade de cumprir um desígnio de vida: a obtenção de um comprovativo das suas qualificações escolares. Contudo, na equação do equilíbrio químico da sua vida pessoal e profissional teve de combinar de forma habilidosa diversas variáveis de modo a harmonizar o processo de RVCC com os seus horários de trabalho e os seus compromissos familiares.
De andar quase mecânico, e sempre com elevada energia cinética, soube com mestria gerir tempo e velocidade: ora acelerava em casa com a realização autónoma de algumas atividades, ora abrandava quando, no seu contexto profissional, as forças e os movimentos dos seus horários eram contrários aos que inicialmente lhe eram comunicados pelos seus superiores.
O domínio do Português foi o principal obstáculo que encontrou, pois foram vários os momentos em que o interruptor do vocabulário se desligou, cortando-lhe momentaneamente a corrente de que necessitava para que o circuito funcionasse sem percalços. Apesar disso, inspirada na mensagem do livro “Um mundo infestado de demónios”, de Carl Sagan, conseguiu defender o seu trabalho final, em que aliou as suas principais áreas de interesse – Ciência e Psicologia – ao comércio, em que trabalha. Acreditamos que o balanço energético do que a S. realizou no processo de RVCC permite-lhe levar daqui um rendimento positivo, transformado em ganhos em todas as áreas de competências-chave. E, embora o deslocamento entre os dois pontos do processo – a primeira sessão e o momento do júri de certificação, realizada no dia 7 de março de 2024 – não tenha sido retilíneo, também estamos confiantes de que a distância percorrida nesta trajetória contribuiu para que o espetro eletromagnético dos conhecimentos da S. saia daqui mais fortalecido.
Isabel Moio – Técnica de ORVC
As estações da vida
A Natureza tem muito para nos ensinar. Se dedicarmos algum tempo a observá-la, podemos retirar lições valiosas. A ciência opta muitas vezes por dissecar os seus elementos para melhor a entender. Já a arte prefere contemplá-la para se inspirar e criar obras que imortalizam os seus criadores, por exemplo Vivaldi é ainda hoje recordado pela composição de quatro concertos, “As Quatro Estações”. Também a candidata que foi a júri de certificação no passado dia 07 de março de 2024, soube apreciar a beleza das estações do ano e reconhecer estes ciclos na sua própria história de vida.
Assim, o seu trajeto na concretização do processo RVCC seguiu o fluxo das estações, pois a própria caracterizou a fase da sua vida, em que iniciou esta caminhada, como sendo o inverno, por ter sido forçada pela sua condição de saúde a repensar os seus projetos.
Rapidamente se adaptou ao processo RVCC, manifestando um esforço e empenho exemplares. Dedicou-se a cada tarefa com a mesma energia que usa para cavar a terra, a fim de depositar as sementes de uma primavera à espreita.
Derretida a neve da dúvida e insegurança, foi visível o seu crescimento e florescimento nas várias áreas, principalmente em Competência Digital, sendo agora autónoma no envio de emails ou no processamento de texto. Se a fluência verbal nunca lhe faltou para contar a sua história, foi preciso algum treino em Cultura, Língua e Comunicação para converter em palavras essas experiências e acrescentar folhas novas ao seu portefólio.
Em Cidadania e Empregabilidade encontrou a sua praia, o início do verão, complementando os conhecimentos. Mas mesmo com o Sol no seu auge, C. nunca se sentou à sombra, empenhando-se para dominar as contas de Matemática, Ciências e Tecnologia.
Finalmente chegou o outono, isto é, a hora da colheita, podendo agora saborear os frutos da sua dedicação e planear novos caminhos para este novo ciclo a iniciar.
Mikael Mendes – Técncio de ORVC
Amor é fogo que se lê – Tertúlia literária
No dia 29 de fevereiro de 2024, participámos, na biblioteca da Escola Secundária de Pombal, na atividade intitulada “Amor é fogo … que se lê”.
Ao entrarmos no espaço, ficámos maravilhadas com a decoração: ao som de uma música agradável, observámos, em cima das mesas, velas; um envelope vermelho com o poema de Álvaro de Campos e um lenço dos namorados. Havia também imagens de vários poetas nomeadamente de Luís de Camões, Eugénio de Andrade, Álvaro de Campos e do pintor Gustav Klimt. Deste artista, estava exposto o quadro “O Beijo”- era colorido, com tons dourados, transmitindo muita ternura e carinho. Em cima de uma estante, havia um recipiente que emanava uma grande chama alusiva ao Amor.
A sessão iniciou com a professora bibliotecária que nos deu as boas vindas e relembrou a data comemorativa dos 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões. Seguidamente, uma formanda de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) declamou o poema “Amor é fogo que arde sem se ver”, de Luís de Camões. A professora bibliotecária sugeriu um pequeno jogo sobre os poetas já mencionados, falou sobre a vivência do Amor ao longo dos anos, explicou o sentido de expressões idiomáticas sobre o coração e a origem do lenço dos namorados, do Minho. Os formandos de Português Língua de Acolhimento, nível A1/A2 interpretaram a canção “Cinderela” de Carlos Paião e declamaram os poemas “Urgentemente” e “Canção” de Eugénio de Andrade. Os formandos de Português Língua de Acolhimento B1/B2 declamaram o poema “Todas as cartas de amor são ridículas” do heterónimo de Fernando Pessoa, Álvaro de Campos, e apresentaram os poemas escritos por eles próprios, em sala de aula.
Ao som da canção “O amor é assim”, escrevemos a nossa definição de Amor numa cartolina em formato de coração. A sessão terminou com a leitura das frases que redigimos.
Todos colaboraram com muito empenho. Sentiu-se muita emoção nos poemas declamados pelos formandos. Foi uma atividade que fez realçar emoções, proporcionou o convívio e a interação entre todos, além de ter enriquecido a nossa aprendizagem sobre a temática.
Paula Sousa, Helena Lucas, Isabel Santos, Lourena Almeida e Rita Mendes – Formandas do processo RVCC
Testesmunhos de candidatos do Processod e RVCC – Nível Secundário
De caráter educativo e dinâmico, a sessão foi divertida, interativa e cativante. Aprendemos, rimos, cantámos e colaborámos a fim de solucionar um puzzle sobre os poetas retratados, entre outras atividades. Adorei o ambiente criado – foi muito acolhedor e intimista.
Rita Mendes
Entre os formandos, houve muita emoção ao declamarem os poemas. Notou-se uma interação entre todos e interesse pelo tema.
Tudo foi muitoelaborado com muito pormenor.
Helena Lucas
Gostei muito da atividade “Amor é fogo … que se lê”. Houve convívio entre formandos e formadores e o espaço estava muito bem decorado. Foi uma noite bem passada a falar de Amor.
Isabel Santos
Todos estavam muito atentos. Envolveram-se em ótimas apresentações.
Lourena Almeida
Partilhar ideias e opiniões com os colegas, fora da sala de aula, como uma conversa entre amigo, foi óptimo!
Paula Sousa
Testemunhos de formandos o Curso de Português, Língua de Acolhimento – A1/A2
Senti-me tão feliz naquele dia porque todos se reuniram para expressar o amor por meio de poemas e cantando. Todos desfrutam de diferentes diversidades mas o amor é uma língua universal.
Binod Pariyar
A actividade de dia 29 de fevereiro foi simpática. Eu adoro encontrar outros grupos.
Bernadette Grauer
Nós cantamos muito mal mas temos um bonito coração.
O ambiente foi muito simpático.
Nós ouvimos mal porque não houve microfone.
Bruno Grauer
Em 29 fevereiro, a atividade maravilhosa “Dia do amor” foi realizada na escola numa atmosfera sincera. Estávamos rodeados pelo espírito mágico da biblioteca e pela decoração mais bonita e acolhedora da casa. E tudo isto foi acompanhado por belos poemas e canções igualmente magníficas, de há quinhentos anos atrás e dos tempos modernos.
Elena Zhuikova
Testemunhos de formandos o Curso de Português, Língua de Acolhimento – B1/B2
Apreciei a decoração. A primeira atividade foi um pouco difícil, mas aprendi muitas coisas novas. Gostei muito das leituras dos meus colegas.
Carlos Cavalero
Gostei da atividade da poesia. Foi um momento convivial. Aprendi coisas novas.
Alunos e professores foram simpáticos.
Maria Franja
Gostei muito de ouvir os meus colegas que leram os poemas deles.
O puzzle foi interessante. O trabalho que fizemos em grupo “O que significa o Amor” foi óptimo.
Cristy Sario
Gostei muito da decoração da biblioteca. A música que colocaram no evento era muito linda e também as mensagens que os colegas das aulas fizeram.
Victor Abreu
A atividade foi muito interessante. Eu gostei da canção do outro grupo (A1 A2). No geral, foi uma noite agradável.
Maria Shkurkina
A atividade foi muito acolhedora e a biblioteca estava muito bonita. Foi muito interessante.
Gostei muito dessa quinta feira.
Yana Honchar
Sobre rodas
A equipa do Centro Qualifica sabe que, seja por que motivo for, a vida de cada candidato que aqui vem bater à porta não correu sobre rodas. Vicissitudes pessoais, familiares ou profissionais empurraram para “um dia mais tarde” o prosseguimento dos estudos.
Paradoxalmente, e de forma literal, a vida da F. tem decorrido sobre rodas. Contudo, olhando ao sentido metafórico, também não o foi, mas sim uma roda-viva com mudanças, adaptações e reaprendizagens.
Desde o início do processo de RVCC, sem nunca aqui ter sido deixada em roda livre, a equipa apresentou-lhe cronogramas e propostas de atividades de reflexão. Não pretendendo este processo reinventar a roda, porque assenta no que de melhor cada candidato conhece – as suas experiências – foi-lhe sugerido andar à roda da sua própria vida, com um olhar reflexivo, e à roda de diferentes conteúdos dentro de cada área de competências-chave.
Como uma roda dentada, tudo o que construiu em formação complementar foi encaixado no seu portefólio, gerando um movimento fluido que, no final, surpreendeu a candidata. “Eu fiz isso tudo?!”, questionava por vezes, quando tomava consciência do resultado do seu trabalho. Nesta contínua construção, o que a fez ficar com a cabeça à roda foi, sobretudo, a Matemática e o Inglês, áreas em que não se sentiu tão confortável.
A equipa acredita que, para a F., este processo foi uma roda dos alimentos onde terá encontrado nutrientes essenciais que absorveu para concretizar novos projetos e no centro desta, onde se encontra a água, está a energia com que encara cada dia e cada desafio.
Isabel Moio – Técncia de ORVC
Amor é fogo… que se lê – Tertúlia literária na educação de adultos
Feliz Natal
Do fazer acontecer à paz
Existem três tipos de pessoas: as que deixam acontecer, as que fazem acontecer e as que perguntam o que aconteceu. Acontecer começa com A, assim como o nome das duas candidatas que concluíram o processo de RVCC no dia 20 de dezembro de 2023. O A é a primeira letra do alfabeto, o que encima cada uma das candidatas na lista dos seus próprios projetos de vida. E um deles foi precisamente este: a realização deste processo. Seja por motivos de índole pessoal ou profissional, o denominador comum foi partilhado: aumentar o nível de qualificação escolar.
De atitude silenciosa e discreta ou destemida e aventureira, as duas candidatas souberam olhar para cada área de competências-chave como uma oportunidade de evoluir como ser humano e de aprender. Entre a vontade de arriscar ou, perante dúvidas e inseguranças maiores, de desistir, ambas não voltaram as costas aos desafios e, à sua maneira, dialogaram com os seus receios e enfrentaram-nos com a maturidade que um processo desta natureza requer. De memórias mais vívidas e precisas ou mais baças e diluídas, peça a peça foi-se construindo uma imagem unificadora de sentido e de significado: a história de vida.
No final do processo há também vários sentimentos comuns: o orgulho, a realização, a autoestima e a gratidão são alguns deles. As candidatas terminaram assim o processo de RVCC: com uma leveza interior que lhes transmite paz… palavra cuja última letra é a última do alfabeto, mas não do seu portefólio, pois a vida continua para lá desta etapa, para lá do Natal e para lá do virar de mais um ano.
Isabel Moio – Técnica de ORVC
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Ventos de mudança
“Boa tarde! Sou o assistente virtual em que posso ajudar?” este é o tipo de abordagem que encontramos com cada vez mais frequência nos mais variados contextos e que se tornou possível com o desenvolvimento da Inteligência Artificial. Esta é uma tecnologia em rápida evolução e cujo alcance é difícil de prever. Se este avanço desperta o fascínio e entusiasmo nalgumas pessoas, outras há que são bastante mais céticas ou preocupadas com as aplicações menos benéficas desta tecnologia. Foi sobre estes dilemas que se focou a apresentação realizada por S. na sua prova de certificação do processo RVCC, baseada na obra “Life 3.0” de Max Tegmark.
Uma coisa é certa, o progresso não se para e por muito que as máquinas se tornem mais inteligentes, dificilmente elas conseguirão substituir o ser humano. Pois mais do que as nossas capacidades cognitivas, são as emoções e afetos que melhor nos caracterizam. Por outro lado, estas mudanças exigirão de nós uma grande resiliência e competência de adaptação. E S. é um exemplo dessas aptidões, habituada aos desafios, a candidata possui o espírito de guerreira, recusando-se a baixar os braços face às adversidades. Determinada a retirar o máximo de aprendizagens de cada experiência, batalhava para encaixar as sessões na sua agenda lotada. O Teams foi um verdadeiro aliado nesta demanda. Descrevendo a sua história como estando no “Olho do Furacão”, por muito que os ventos assobiem, S. soube sempre fazer a sua voz ser ouvida. E é essa essência determinada que lhe permitiu manter-se firme e focada naquilo que realmente era importante para si.
Terminado este processo, a candidata destacou o quão gratificante foi a experiência, sentindo que retirou valiosas aprendizagens, nomeadamente na sua capacidade de expressão, identificando um aumento da sua confiança para escrever e falar. Demonstrando gratidão pelo acompanhamento que encontrou neste Centro.
Espera-se que as competências desenvolvidas lhe permitam continuar o seu percurso e alcançar os seus objetivos.
Mikael Mendes – Técnico de ORVC
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