Conto: O Príncipe Herói


João Silva, n.º 14 do 7.ºF

Era uma vez um principezinho, chamado Miguel, que tinha desde pequeno o sonho de ser herói. Mas os pais não aceitavam o sonho dele, visto que ele era da realeza.

Quando fez dezoito anos, quis tornar o seu sonho realidade. Foi à cave do castelo ver se encontrava alguma coisa que o ajudasse a seguir o seu sonho. Vindo do escuro, ouviu-se uma voz a dizer:
– De que é que estás à procura?
E o príncipe respondeu-lhe muito assustado:
– Quem és tu?
– Sou um burro falante!
– Mas isso não é só nos contos de fadas?
– Não, isso é mentira.
– Já que conheces esta cave, ajuda-me a encontrar material de herói.
O burro deu-lhe uma chave e o príncipe perguntou-lhe para que servia aquilo e ele respondeu:
-Esta é a chave que abre a espada real.
E ele perguntou onde é que a espada real se encontrava e o burro respondeu que ela se encontrava no outro lado do reino.

No dia seguinte, o príncipe seguiu caminho para o outro lado do reino na sua carruagem. Ao passar o bosque, uma das rodas soltou-se e o príncipe teve de ir a pé. Já a chegar ao destino, encontrou a sua grande paixão, a princesa do reino vizinho a ser atirada para um poço por um dragão. Mal viu aquilo, o príncipe Miguel atirou-se de imediato e agarrou-a. Só que ao saltar, a chave caiu no poço. A Princesa ficou-lhe muito grata e o seu pai deu-lhe a mão e foram felizes para sempre.

O príncipe pode não ter concretizado o seu sonho, mas ficou feliz por ter salvo a sua amada.

Conto: Isabel, a princesa guerreira


Bárbara Galego nº3 e Flávia Carneiro nº8 do 7º F

Era uma vez uma bela princesa guerreira chamada Isabel. Isabel era alta, loira e com olhos verdes. Vivia no meio de grandes árvores, com o seu cavalo Louis.

Isabel andava à procura de uma espada que o seu pai lhe deixara há vinte anos atrás. A única pista que o seu pai lhe dera foi uma chave.Com a sua rotina habitual, Isabel procurava a espada, até que passou por uma floresta. Aí, havia fantasmas a olhar para Isabel e plantas canibais a tentar mordê-la. Passou por esses obstáculos até que chegou a uma casa assombrada.

De repente, apareceu à frente dela um ogre que cuspia fogo. Este pegou-a e prendeu-a pelos pulsos numa parede, fazendo-a prisioneira.

Quando o ogre saiu, Isabel aproveitou e conseguiu tirar as mãos para poder fugir. Mas antes de fugir lembrou-se da chave e experimentou em todas as portas da casa assombrada, até que uma abriu e nessa mesma porta estava a espada que ela tanto procurava. No fim, foi ter com o seu cavalo Louis, o qual, ao ver a espada, ganhou asas e puderam os dois voar até casa.

Conto: A poção


Eduarda Morgado nº 10 e Eva Guedes, nº 12 do 7º G

Era uma vez uma rapariga chamada Etelvina, que se achava muito feia, e que fazia de tudo para ficar mais bonita.

Certo dia, Etelvina ouviu falar de um feiticeiro chamado Raimundo que, no seu laboratório secreto, tinha poções de todos os tipos, desde beleza até inteligência. Mas o que ela queria mesmo era a poção da beleza, e então decidiu partir em busca do laboratório secreto.

Pelo caminho passou por um pântano onde encontrou um sapo chamado Pimpão, que era rei e tinha uma bela carruagem. Etelvina contou-lhe a sua história e o sapo ofereceu-se logo para ajudar. Pimpão deu-lhe um mapa e uma chave, e também lhe disse para ter muito cuidado, pois Raimundo tinha uma serpente a guardar a cabana. Etelvina agradeceu-lhe e partiu em viagem na carruagem emprestada por Pimpão.

A viagem estava a correr bem, até que a carruagem ficou presa em areia movediça. Etelvina ficou em pânico, mas quando avistou uma cabana, ao longe, ficou mais aliviada. Decidiu, então, caminhar até lá, mas quando estava quase a chegar foi surpreendida por uma serpente gigante que a impediu de entrar na cabana. A luta foi dura, mas conseguiu escapar à serpente com um pequeno ferimento.

Entrou na cabana com a ajuda da chave e roubou a poção, depois bebeu-a e ficou tão bela como uma flor. Quando Raimundo chegou à cabana, apaixonaram-se logo um pelo outro, casaram e viveram felizes para sempre!

O papel do desporto na sociedade


Nuno Martinho, nº 23 e Joana Silva, nº 29 do 10ºF

Presentemente, vivemos numa sociedade sedentária, em que o desporto tem vindo a adquirir uma importância cada vez maior. Os desportos são variados, mas têm de ter em comum regras e valores próprios que possam contribuir para o bem-estar de todos.

O desporto é um direito de qualquer cidadão, acessível a todos, quaisquer que sejam as suas capacidades ou interesses. O desporto constitui um fator de inserção, de igualdade, de participação na vida social, de tolerância, de aceitação das diferenças e de respeito pelas regras. Exemplo destes fatores é o caso dos atletas paraolímpicos que tantas medalhas têm conquistado, mas que nem sempre têm o seu devido reconhecimento.

Nos últimos anos, tem-se assistido a um aumento da violência quer por parte dos jogadores, em situação de jogo, quer pelos adeptos como consequência da não-aceitação das regras e de comportamentos desviantes que alteram todo o espírito desportivo.

Atualmente, a competição não se fica só pelo estádio, mas pelos interesses políticos, económicos e sociais que o desporto envolve, como aconteceu nos jogos Olímpicos de Pequim em 2008. Os atletas chineses treinaram ao longo de anos, debaixo de grande pressão por parte dos treinadores, no sentido de obter os melhores resultados. Alguns foram inclusive alvo de violência.

Conclui-se que a atividade desportiva é muito importante na preparação para a cidadania, ajudando a conviver de forma saudável, com um verdadeiro espírito de equipa e de forma civilizada. Assim, o desporto deve ser sempre encarado a partir dos seus princípios, apesar de algumas situações menos positivas que têm vindo a surgir ultimamente.