Projeto solidário – Grupo de Intervenção Precoce


A época de Natal é, sem dúvida, uma época muito especial nos jardins de infância com uma energia muito positiva, criatividade, surpresas, alegria e momentos de união e solidariedade.
A palavra solidariedade tem vários significados, mas em todos eles o grande conceito é o ato de ajudar o próximo.
Ajudar quem necessita, sem ter a obrigação de fazê-lo, somente por satisfação pessoal é um acontecimento único para as crianças! Praticar e ensinar a solidariedade é garantir que a criança aprende a relacionar-se com o mundo, reforçando valores como o respeito, a generosidade, a empatia, o altruísmo, valores indispensáveis para a construção do seu caráter e para um cidadão consciente, bem como para uma sociedade mais humana, mais equilibrada, mais equitativa e, sobretudo, mais inclusiva.
Inspiradas pelo espírito natalício, as docentes da Intervenção Precoce convidaram os educadores de infância a participar no projeto solidário “Pequenos no tamanho, Grandes na partilha”, estimulando nas crianças o gosto pela participação em projetos que ajudem a comunidade em que se inserem, ajudando-as, desta forma, a entenderem o verdadeiro significado desta data.
O projeto consistiu na decoração de uma caixa para acolher as partilhas recolhidas pelo grupo de crianças. O convite foi bem acolhido e os bens doados seguirão para junto daqueles que, de momento, mais precisam deles.
O grupo de Intervenção Precoce agradece o gesto de carinho de todas as crianças, seja pela decoração das caixas ou pela doação de bens, e a dedicação e empenho dos educadores, indispensáveis para a concretização desta atividade.
Com a ajuda de todos, tornaremos mais feliz o Natal de muitas crianças.

A todos, o nosso muito obrigado e votos de um Feliz Natal!

As docentes de Intervenção Precoce

Natal em Grande, com Literatura em Miniatura


Reinventar contextos de escrita e leitura é mais mais uma das atividades do DivArt City do Movimento 14-20 a Ler. O desafio deste ano para um “Natal em Grande, com Literatura Miniatura” consistiu em criar “haikus” ou “haicais”.

Depois das produções escritas de alunos do 9.º e 10.º anos, saem hoje nas rádios alguns dos múltiplos “haikus” entretanto gravados. Ouvido à escuta! quem foi que escreveu?: http://www.pombal97.com/index.php?lang=pt&post=8069

 

Casa quente.

Rua muito fria…

Natal divergente.

(Sara Csernik)

A família reunida

Para mais um Natal

O Amor está no ar.

(Mariana Neto)

Natal, Natal divino

Abençoai os nossos corações

Como fez Jesus Menino!

(André João)

Natal a Natal,

Caridade sem valor…

Qual é a moral?

(Sara Csernik)

 

Funciona a engrenagem da imaginação

A minha mãe diz que é neve

Mas eu digo que é a magia do Natal.

(Suelen Nascimento)

Natal, Natalinho!

Traz o teu azevinho

Para enfeitar o ninho.

(Bernardo Santos)

 

O Natal é fixe,

Porque eu comi uma quiche

E, depois, fui a Peniche!

(Tomás Santos)

As noites de Natal,

Não só aquecem o ambiente,

Como as almas que o vivem intensamente.

(Mariana Bento e Margarida Mota)

Natal,

Para uns, cada vez mais vazio,

Para outros, uma luz divinal!

 

Do Pai Natal

Doces hei de receber

E comer! ¨

(Tiago Silva)

Nesta noite estrelada,

Não te portes mal

Ou levas uma “chinelada”

(Daniela Avoila)

No Natal é preciso

Muita paz e alegria

E uma boa companhia

(Laura Nunes)

FELIZ NATAL!

F.Gomes

Sons e Sabores da Multiculturalidade


No dia 12 de novembro, a Escola Secundária teve uma noite diferente com “átrio cheio”: várias gerações, vários países, muitas culturas e tradições com sons e sabores diversos. Tantas foram as sinergias que convergiram para um momento alto de celebração do fado, numa atividade conjunta do Centro Qualifica e da Biblioteca Escolar, em cumprimento dos objetivos do  Ler+Qualifica e “EnCanta-me” do Movimento 14-20 aLer.

Registaram-se interpretações pela Universidade Sénior, seguiu-se o teste de conhecimentos sobre este património imaterial da humanidade, através do “Jogo do Milionário. Foi a vez de avô e neto fadistas revelarem talentos, antes de outras vozes de alunos do AEP ecoarem.

Após desafios e vivas emoções, o esperado momento do aconchego pelo paladar instalou-se, graças às iguarias de várias nacionalidades capazes de reunir à volta da mesma mesa os nativos e todos os que aprendem agora a nossa língua e já se aventuram a cantar algumas estrofes de fado.

Assim se compõem  canções, novos dias e novos percursos de vida.

F. Gomes