6 ao Centro – A origem do pensamento simbólico


No próximo dia 29 de setembro, pelas 19h, o auditório do Centro Qualifica da Escola Tecnológica e Profissional de Sicó (Avelar, Ansião), irá acolher a sessão dedicada ao tema “A origem do pensamento simbólico”, dinamizada pela Professora Carla Alexandra Gonçalves da Universidade Aberta.

Este ciclo de conferências híbridas (presenciais com transmissão online) e em itinerância, é promovido pelos Centros Locais de Aprendizagem da Universidade Aberta em Ansião e em Cantanhede e conta com o apoio dos Centros Qualifica dos concelhos de Anadia, Ansião, Cantanhede, Pombal, Sertã e Vagos.

Segundo Carla Alexandra Gonçalves, uma das capacidades mais relevantes que a humanidade possui traduz-se na possibilidade de atribuir sentidos e significados a significantes, ou de usar significantes para referir, para representar, para evocar, para comunicar, imaginar ou, por outras palavras, para lidar com o real.

É por meio do pensamento simbólico que nos expressamos, que ideamos e que criamos, pelo que é esta via que permite conceber obras de arte.

Nesta sessão pretende-se debater sobre o que é o pensamento simbólico para, regressando às origens, ou à ancestralidade, e através da articulação de hipóteses, encontrar eixos que permitam revelar como se desenvolveu.

As pessoas interessadas em participar, de forma presencial ou online, poderão inscrever-se através do link https://bit.ly/3qjkwOx  até ao dia 28 de setembro.

Evento no Facebook https://www.facebook.com/events/649556356396088

Dúnia Palricas – Coordenadora do Centro Local de Aprendizagem de Ansião da Universidade Aberta

O regresso


 Setembro trouxe-nos novos elementos à equipa do Centro Qualifica que acolhemos com entusiasmo para continuarmos a abraçar o desafio da educação de adultos.

Desejando a toda a comunidade educativa um excelente ano letivo, partilhamos um poema de Manuel António Pina:

          O regresso

Como quem, vindo de países distantes fora de
si,chega finalmente aonde sempre esteve
e encontra tudo no seu lugar,
o passado no passado, o presente no presente,
assim chega o viajante à tardia idade
em que se confundem ele e o caminho.

Entra então pela primeira vez na sua casa
e deita-se pela primeira vez na sua cama.

Para trás ficaram portos, ilhas, lembranças,
cidades, estações do ano.

E come agora por fim um pão primeiro
sem o sabor de palavras estrangeiras na boca.

Manuel António Pina

 

Cristina Costa – Coordenadora do Centro Qualifica