Da definição da arte ao azulejo solidário: o 11.º H visita o Museu de Arte Popular Portuguesa


No dia 14 de outubro de 2026, os alunos do 11.º H, de Línguas e Humanidades da Escola Secundária de Pombal trocaram a sala de aula tradicional por uma visita cultural ao Museu de Arte Popular Portuguesa, localizado no centro histórico da cidade de Pombal. Esta atividade foi implementada no âmbito da disciplina de Filosofia e teve como principal objetivo a apropriação de conceitos teóricos abordados no Tema III, “Filosofia da arte”.

Os alunos exploraram o vasto espólio do museu, que inclui peças de olaria, tapeçaria, trabalhos em madeira e metal, representativos da identidade e do quotidiano do povo português. O foco inicial da atividade centrou-se na discussão e clarificação do problema da definição da arte.

No final da visita, foi proporcionado à turma um atelier prático de pintura de azulejos típicos portugueses que combinam arte, história e identidade cultural, articulando-se com a campanha “Outubro Rosa”. Os discentes pintaram manualmente padrões tradicionais e deixaram mensagens inspiradoras, de resiliência e de esperança em tons de rosa dedicadas a todos aqueles que lutam contra o cancro da mama. Posteriormente, estes azulejos serão doados à Liga Portuguesa Contra o Cancro, servindo como um símbolo visual de apoio a quem enfrenta a doença.

A docente, Daniela Gaspar

Contratação de Pessoal Docente por Oferta de Escola – 2026/27


Contratação de Pessoal Docente

por Oferta de Escola – 2026/27

(Decreto‐Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação conferida pelo Decreto-Lei n.º28/2017, de 15 de março e Despacho 10914-A/2022 de 8 de setembro)

em oferta (2026/27):

  • Horário 31 – 400 – História (20 horas – horário n.º 31)
  • Horário 29 – 410 – Português (14 horas – horário n.º 29)
  • Horário 27 – 350 – Espanhol (14 horas – horário n.º 27)

colocados (2026/27):

  • Horário 28 – 300 – Português (10 horas – horário n.º 28)
  • Horário 23 – 100 – Educação Pré-Escolar (25 horas – horário n.º 23)
  • Horário 26 – 330 – Inglês e Alemão (10 horas – horário n.º 26)
  • Horário 25 – 410 – Filosofia (14 horas – horário n.º 25)
  • Horário 24 – 350 – Espanhol (22 horas – horário n.º 24)
    • Aviso de abertura (06.out.2026)
    • Lista ordenada final (Procedimento concursal deserto por inexistência de candidatos)

  • Horário 22 – 300 – Português (14 horas – horário n.º 22)
    • Aviso de abertura (24.set.2026)
    • Lista ordenada final (Procedimento concursal deserto por inexistência de candidatos)

E se amanhã não pudéssemos? – 50 anos da Constituição da República Portuguesa


Um acontecimento, dois olhares

Uma mesma atividade pode ser vivida e recordada de diferentes formas, consoante a perspetiva de quem nela participa. No âmbito do SMAL – Setembro, Mês da Alfabetização e das Literacias, a atividade «E se amanhã não pudéssemos?», dedicada à celebração dos 50 anos da Constituição da República Portuguesa, deu origem a dois textos que, partindo da mesma experiência, revelam olhares distintos e complementares sobre os momentos vividos, as aprendizagens realizadas e o significado da iniciativa.

O texto que se segue apresenta a perspetiva dos candidatos do processo de RVCC, dando voz às suas experiências, reflexões e aprendizagens.

E se amanhã não pudéssemos? – 50 anos da Constituição da República Portuguesa

Integrada na iniciativa SMAL – Setembro, Mês da Alfabetização e das Literacias, a atividade decorreu no dia 30 de setembro, na Biblioteca da Escola Secundária de Pombal, onde nos juntámos aos formandos do curso EFA, respondendo ao convite do Centro Qualifica para celebrar os 50 anos da Constituição da República Portuguesa.

A atividade começou com uma abordagem simbólica às restrições impostas durante o Estado Novo: à entrada, todas as convidadas foram questionadas sobre se tinham autorização para participar.

Já no interior, a penumbra da biblioteca evocava a falta de liberdade de expressão e a censura que marcaram a época. A imprensa era controlada pelo regime, que impedia a divulgação de informações e opiniões contrárias à sua ideologia. Muitos eram os livros proibidos e um grande número de portugueses emigraram, uns para fugir à Guerra Colonial e ao serviço militar, outros para escapar às dificuldades económicas.

Esta viagem pela História de Portugal, desde o Estado Novo até à Revolução de 25 de Abril de 1974, ganhou vida através das encenações de alguns de nós e dos formandos do curso EFA. Foram recordadas figuras e situações marcantes, como Celeste Caeiro, que ofereceu cravos aos soldados, contribuindo para que esta flor se tornasse um dos símbolos mais conhecidos da Revolução. Foi também representada a intervenção de um elemento da PIDE, que procurava impedir os ajuntamentos, ilustrando a vigilância e a repressão exercidas pelo regime.

A palavra e a música tiveram igualmente um lugar de destaque, com a declamação de poemas de Sophia de Mello Breyner Andresen, a apresentação de quadras originais criadas pelos formandos sobre as dificuldades e a falta de liberdade vividas durante o Estado Novo e a interpretação de canções pelo professor bibliotecário, João Silvano, que evocaram os ideais do 25 de Abril.

Estas diferentes expressões permitiram contrastar a realidade da ditadura com as conquistas da democracia, alcançadas após a Revolução, na qual se destacou a ação de militares como Salgueiro Maia.

Entre as principais transformações ocorridas em Portugal, salientam-se:

  • O pluralismo político;
  • O alargamento do acesso à educação;
  • A consolidação do sufrágio universal;
  • O fim da Guerra Colonial;
  • A criação do Serviço Nacional de Saúde (SNS), em 1979;
  • O reconhecimento da liberdade de associação;
  • A consagração da liberdade de expressão.

De seguida, refletimos sobre a importância da Constituição da República Portuguesa, aprovada pela Assembleia Constituinte em 2 de abril de 1976 e em vigor desde 25 de abril desse ano. Tivemos oportunidade de observar uma “réplica” da sua primeira edição, contactando de perto com um documento fundamental para a organização do Estado e a garantia dos direitos e das liberdades dos cidadãos.

Um de nós, o Sr. Arlindo que curiosamente celebra o seu aniversário no dia 25 de abril, partilhou a suas motivações para a conclusão do ensino secundário ecxercenddo assim o seu direito à educação e, em grupo, analisámos dois artigos que considerámos particularmente relevantes.

Artigo 64.º – Saúde

  1. Todos têm direito à proteção da saúde e o dever de a defender e promover.
  2. O direito à proteção da saúde é realizado:
  3. a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito; (…)

António Arnaut, reconhecido como uma das figuras fundamentais na criação do Serviço Nacional de Saúde, defendeu o acesso aos cuidados de saúde para todos, independentemente da condição económica. A criação do SNS, em 1979, representou um passo fundamental na concretização deste direito e no alargamento do acesso aos cuidados de saúde pela população portuguesa.

Artigo 37.º – Liberdade de expressão e informação

  1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.
  2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura. (…)

Depois de décadas de censura, a liberdade de expressão e de informação tornou-se uma das conquistas fundamentais da democracia. Hoje, perante a enorme quantidade de informação que circula na Internet, importa exercer este direito com responsabilidade, verificando a credibilidade das fontes antes de partilhar conteúdos e evitando a propagação de notícias falsas.

A sessão terminou com três palavras-chave: Ler – Compreender – Participar.

Refletimos sobre a origem da palavra democracia, formada a partir dos termos gregos dêmos («povo») e krátos («poder»). Ao contrário dos regimes autocráticos, a democracia permite aos cidadãos escolher, através do voto, quem os governa e participar nas decisões que influenciam a vida em sociedade.

Para exercermos plenamente a nossa cidadania, precisamos de nos manter informados, compreender o que nos rodeia e participar de forma consciente e responsável. Somos cidadãos, temos direitos e também deveres. Conhecer e respeitar as leis, assumir as nossas responsabilidades e contribuir para a vida coletiva são formas de defender a democracia e de a construir todos os dias. Importa, por isso, recordar que a ignorância da lei não justifica o seu incumprimento.

Esta atividade permitiu-nos revisitar a História, compreender melhor os direitos consagrados na Constituição e reconhecer a importância da leitura crítica da informação para uma participação cívica consciente. Afinal, ler, compreender e participar são passos essenciais para exercer a cidadania e preservar a democracia.

Sandra, Isabel, Elsa, Yara, Arlindo, Lucinda, Elias, Raimundo, Élio, Eliane – Candidatos do processo de RVCC

 

Conselho Geral – Eleição para os Representantes dos Alunos – set./ out. – 2026


Conselho Geral

Eleição – Representantes dos Alunos no Conselho Geral

[apresentação de listas até 02 de outubro de 2026]

Nos termos dos artigos 11º a 16º do Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de abril, com a redação dada pelo Decreto-Lei nº 137/2012, de 2 de julho, e do Regulamento Interno do Agrupamento de Escolas de Pombal, avisa-se que se encontra aberto, a partir do dia 18 de setembro de 2026, o processo eleitoral para a eleição dos Representantes dos Alunos no Conselho Geral do Agrupamento de Escolas de Pombal.
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O processo decorrerá de acordo com o seguinte cronograma:
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O Presidente do Conselho Geral,
Arlindo Martins Araújo

Docs:


Lista(s) Candidata(s):


Resultado Eleitoral 

À descoberta da arte da caça medieval!


A turma A do 7.º ano, no passado dia 8 de outubro, viajou até à Idade Média através de um workshop sobre a arte da caça medieval, realizado no Castelo de Pombal, uma iniciativa promovida pelo Turismo de Pombal.

Durante esta experiência, os alunos tiveram a oportunidade de conhecer melhor algumas das armas utilizadas na época medieval, nomeadamente o arco e a flecha, e de descobrir curiosidades sobre a falcoaria, uma prática ancestral que alia a perícia humana à capacidade de caça das aves de rapina.

Entre história, conhecimento e descoberta, esta atividade permitiu aos alunos aprofundar os seus conhecimentos sobre os costumes medievais, num cenário que é, por si só, um testemunho vivo do passado.

Foi sem dúvida uma atividade enriquecedora, que permitiu aprender história fora da sala de aula e descobrir o património que nos rodeia!

A docente, Carla Oliveira

AVISO – Greve – pré-aviso – 19 de outubro de 2026 (2ª feira)


Comunicado

Greve Geral dos Trabalhadores da Carreiras Gerais

Assistentes Operacionais | Assistentes Técnicos | Técnicos Superiores

19 de outubro de 2026 (2.ª feira)

Avisam-se todos os encarregados de educação que está prevista uma Greve Geral dos Trabalhadores da Carreiras Gerais (Assistentes Operacionais | Assistentes Técnicos | Técnicos Superiores), na 2ª feira, dia 19 de outubro de 2026, convocada pela SINAPE e SMTO.

Assim sendo poderá verificar-se o imperativo de não estarem reunidas as condições para o funcionamento pleno de alguma escola do Agrupamento de Escolas de Pombal.

Recomendamos aos Encarregados de Educação que no dia indicado não deixem as crianças/alunos nos respetivos estabelecimentos de ensino sem se certificarem de que os mesmos reúnem condições de funcionamento.

 

Pombal, 13 de setembro de 2026

Fernando Augusto Quaresma Mota

Diretor


Anexo:

BOLSA de MÉRITO – Candidatura – Ação Social Escolar (ASE) – 2026/27


Ação Social Escolar (ASE)

BOLSA DE MÉRITO – Candidatura – 2026/2027

prazo: até 30 de outubro de 2026

A candidatura à BOLSA de MÉRITO  deverá ser efetuada até 30 de outubro de 2026 através do seguinte formulário:
a entregar no Serviços de Ação Social Escolar (ASE) presencialmente ou através do email ase@aepombal.edu.pt.
Têm direito a candidatar-se os alunos:
  • integrados nos escalões 1 e 2 do Abono de Família,
  • matriculados no 10º, 11º e 12º anos de escolaridade (CSH),
  • matriculados no 1º, 2º e 3º anos de Cursos Profissionais,
  • com classificação igual ou superior a 14 de valores ou 4 valores (no caso dos alunos que transitaram para o 10º ano).

legislação:

Constelação de Palavras Europeias


Estudantes do Ensino Básico Celebram a Diversidade Linguística no Agrupamento

No âmbito das comemorações do Dia Europeu das Línguas (26 de setembro), o Departamento de Línguas Estrangeiras — integrando as áreas disciplinares de Inglês, Francês e Espanhol — promoveu uma marcante instalação artística e pedagógica colaborativa intitulada “Constelação de Palavras Europeias”, envolvendo ativamente os estudantes do Ensino Básico.

Uma teia vibrante de línguas e culturas

A iniciativa transformou os painéis do átrio da escola num autêntico firmamento multilingue. Em vez dos tradicionais trabalhos individuais, cada aluno do ensino básico desenhou um “disco estelar” dedicado a uma palavra com valor afetuoso ou significado universal — como Peace / Paix / Paz, Respect / Respect / Respeto, Freedom / Liberté / Libertad, Hope / Espoir / Esperanza, Love / Amour / Amor e Friendship / Amitié / Amistad.

No centro de cada disco figurava a palavra selecionada e, no círculo exterior, as respetivas traduções e equivalentes nas diversas línguas faladas no nosso continente. Na fase de montagem e com a bandeira da União Europeia em destaque, os discos foram fisicamente interligados por uma teia de fios, simbolizando a união, a solidariedade e o diálogo intercultural que unem os povos europeus.

Comunicação oral e reflexão partilhada

Para além da vertente visual e criativa, o projeto contou com uma forte dimensão de comunicação e expressão oral. Nas aulas de Línguas Estrangeiras, os alunos apresentaram os seus discos aos colegas, explicando os motivos da escolha da palavra, partilhando as suas descobertas e analisando as semelhanças e diferenças entre as várias famílias de línguas europeias.

Como sublinhava o cartaz central da exposição: “Nesta constelação criada pelos nossos alunos nas aulas de línguas estrangeiras, cada palavra representa uma descoberta, uma cultura e uma ponte entre povos. Cada palavra que aprendemos é uma nova estrela que acendemos no céu da Europa.”

A atividade demonstrou que aprender línguas estrangeiras é cultivar a empatia, abrir janelas para o mundo e celebrar a diversidade que nos enriquece a todos.

A docente, Carla Silva