“MathCityMap – Trilhos pela Escola”


Nos dias 23 e 24 de maio e 3 e 14 de junho, os alunos das turmas A, C, G e D/E1 do 10ºano de Matemática A, as turmas I/G e H do 11ºano de MACS e o Clube de Matemática tiveram a oportunidade de participar na atividade “MathCityMap”.

Com o “MathCityMap”, os estudantes podem aplicar os seus conhecimentos matemáticos fora da sala de aula e descobrir o meio que os rodeia a partir de uma perspetiva matemática. Ao todo, foram elaborados 3 trilhos e um total de 15 tarefas:

10ºano (Matemática A): “Qualquer que seja a equipa…existe uma hipótese de vencer”

11ºano (MACS): “Percurso Euleriano pela Secundária de Pombal”

Clube de Matemática: “Todos os caminhos vão dar… à Matemática”

A aplicação do “MathCityMap” é gratuita e está disponível para Android e iOS. Os alunos ficaram muito entusiasmados e foram participativos por ser uma atividade diferente e cativante, tendo havido um bom feedback.

As docentes: Diana Santos, Ana Medeiros, Margarida Fonseca e Teresa Oliveira.

Ciência, Cultura e Artes na visita a Lisboa dos 12.º A, B, C e D1


Inspirados na Ciência, na Cultura e nas Artes, os alunos das turmas A, B, C e D1/D2, acompanhados pelos diretores de turma e por outros docentes, rumaram a Lisboa onde visitaram o jardim Botânico Tropical, o Museu do Oriente e o Museu Coleção Berardo. Todas as visitas foram guiadas, enriquecendo, ainda mais, os conhecimentos e as experiências proporcionadas por estes espaços. De facto, abordaram-se questões sobre ambiente e sustentabilidade, tecnologia e ambiente; sobre a essência do conhecimento científico e as suas consequências para a sociedade, a tecnologia e o ambiente; aprofundou-se o conhecimento da história, arte e cultura portuguesas e despertou-se o pensamento crítico, desafiando para novas reflexões, incentivando a curiosidade, treinando o olhar e estimulando o experimentalismo,

Embora estivesse um dia de muito calor, houve ainda oportunidade para, de forma livre, passearem pela Praça do Império (parcialmente em obras), pelo Jardim Vasco da Gama e pelo Jardim Afonso de Albuquerque. No final do dia, provaram-se os famosos pastéis de Belém, carregados de canela.

Marta Sá, Lucília Ferreira e Ricardo Diniz

Palestra “Será mesmo verdade?”


No passado dia 30 de maio, os alunos de Matemática A do 10ºano, tiveram a oportunidade de assistir a uma palestra intitulada “Será mesmo verdade?”, no auditório Drª Gabriela Coelho, dinamizada pela Drª Conceição Veloso Nogueira, docente da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, do Instituto Politécnico de Leiria.
Nesta palestra foi abordada uma das aplicações da lógica: os circuitos elétricos e foram conhecidos vários métodos de demonstração.
Os alunos mostraram-se muito entusiasmados e participativos, tendo havido um bom feedback, por parte dos mesmos.
As docentes, Diana Santos, Ana Medeiros, Teresa Oliveira e Helena Jesus

Aprender Grego Hoje? Para quê?


Por iniciativa do Departamento de Português, no passado dia 20 de maio, os alunos dos Cursos Científico-Humanísticos do 11º ano tiveram oportunidade de assistir a uma palestra dinamizada pela Professora Alice Costa, investigadora do Instituto de Estudos Clássicos da Universidade de Lisboa e membro ativo da Associação Clenardus, sobre a importância do Grego e das línguas e culturas clássicas.

Foi em Grego que nasceram a literatura e a filosofia ocidentais e foi também nesta língua que os primeiros textos cristãos foram escritos. Sendo assim, dominar o Grego Antigo significa ir às origens da nossa cultura.

Durante a palestra, foi mencionada a importância dos Estudos Clássicos no percurso académico dos alunos, para que estes desenvolvam competências para interpretar fontes clássicas que, eventualmente, ajudarão a compreender o processo de construção conceptual do mundo contemporâneo.

Os alunos conheceram o alfabeto grego e aprofundaram também o seu conhecimento relativamente à origem das palavras, radicais, expressões utilizadas no dia a dia, lendas, mitos, poemas…

A palestra serviu de incentivo para a possibilidade da escolha da disciplina opcional de Grego por parte dos alunos, no 12º ano, uma vez que é uma língua bastante importante, não só para o alargamento do conhecimento, como também para a melhor compreensão do português.

Afinal, quem disse que o Grego era uma língua morta?

Alunos do 11º I

 

Labirintos de Literatura e de Ciência


No passado dia 20 de maio, realizou-se uma palestra, no auditório Dr.ª Gabriela Coelho da Escola Secundária de Pombal, organizada pelo departamento de Português e proferida pelo professor José Félix Costa, do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa.

Os objetivos da palestra? Levar-nos a entender a importância do Grego, tanto na nossa vida escolar, como profissional, provar-nos como nos pode vir a ser bastante útil, despertar o entusiasmo dos alunos pelo Grego, de forma a compreenderem a sua relevância, pois é essencial para os estudos académicos, principalmente, por exemplo, nas áreas da Filosofia, da Literatura e da Matemática.

Para cativar, o professor decidiu realizar uma apresentação tentadora, isto é, com músicas de fundo, de acordo com o assunto abordado no momento, para que houvesse “suspense”, abordar o tema com entusiasmo e com um tom de voz alto e apelativo, recomendando filmes e livros, mostrando partes de filmes, deixando os alunos curiosos e querendo saber mais.

É possível dizer-se que foi uma apresentação bastante interessante e motivadora, que é de esperar ter deixado vários dos alunos presentes empenhados, com vontade de aprender algo mais sobre o Grego, e que esses jovens devem ter saído com uma ideia diferente da que tinham ao entrar no auditório, visto que houve bastantes questões levantadas.

Alunos do 11º B

Palestra sobre igualdade de género e mutilação genital feminina


No dia 24 de maio, pelas 15h20, foi dinamizada no Auditório Gabriela Coelho, uma palestra sobre violência de género e mutilação genital feminina. Esta atividade foi desenvolvida pela turma I do 10º ano, inserindo-se nos DAC.

Com efeito, depois de contactadas várias entidades para virem à escola apresentar o tema da mutilação genital feminina, a associação ART´THEMIS + UMAR disponibilizou-se, tendo abordado os diferentes tipos de violência de género e a questão da mutilação genital feminina.

Foi sem dúvida uma atividade bastante enriquecedora, dinâmica e muito interessante que permitiu alertar os jovens para a práticas continuam a acontecer nos dias de hoje, mas proibidas no nosso país. Esta palestra ajudou a sensibilizar para a consciencialização da necessidade de preservar os direitos humanos, bem como promover a igualdade de género e empoderar as mulheres. Permitiu também consciencializar para a necessidade de eliminar todas as formas de violência contra as mulheres, nomeadamente o tráfico e exploração sexual e de outros tipos, bem como procurar eliminar todas as práticas nocivas, como os casamentos prematuros, forçados e envolvendo crianças, bem como as mutilações genitais femininas. A escola foi ainda presenteada com dois manuais da associação, relativos a estas temáticas, que serão muito úteis para trabalhar em sala de aula.

Podemos concluir que, após esta palestra, os jovens saíram muito mais conscientes da necessidade de defender os direitos humanos e de acabar com todas as formas de violência de género ainda presentes na sociedade.

A docente Carla Alexandra Oliveira

Alunos do 11.º ano de Ciências e Tecnologias e do 2.º TAL visitam o Instituto de Investigação RAIZ


No dia 09 de maio, três autocarros com os alunos do 11.º ano de Ciências e Tecnologias e alunos do 2.º TAL rumaram ao Instituto de Investigação da Floresta e do Papel – RAIZ, situado na região de Aveiro.

Neste instituto, instalado na Quinta de S. Francisco, dedicado ao desenvolvimento científico na área tecnológica e vegetal, visitaram-se os laboratórios, contactou-se com os investigadores e técnicos que neles trabalham e assistiu-se a uma breve palestra sobre sustentabilidade e Química Verde. Houve ainda oportunidade para passear, na companhia de um biólogo, pelo arbóreo de mais de 80 espécies de eucaliptos, muitos deles centenários, um marco no nosso país. A visita terminou, já ao final da tarde, com um peddy paper e um jogo didático sobre os assuntos abordados ao longo do dia.

 Marta Sá, Cristina Moacho, Fátima Marques, Eduarda Azevedo e António Amorim

Visita de estudo a Aveiro


No dia 29 de abril, os alunos da turma do 12ºB deslocaram-se à Universidade de Aveiro para participarem na edição de 2022 das Competições Nacionais de Ciências. No período da manhã, os estudantes concorreram em provas de pares que visavam conteúdos programáticos da disciplina de Matemática e assistiram a palestras relativas às áreas de Química, Engenharia Química, Bioquímica e Biotecnologia, tendo sido apresentadas informações sobre estes cursos do Departamento de Química.

Também lhes foi proporcionada uma visita guiada ao Complexo Universitário, com destaque para a entrada em exposições subordinadas à área das Geociências.

Alternativamente à visita guiada houve a oportunidade de assistir a um show de Física coordenado por professores da referida Instituição, onde os alunos interessados tiveram a oportunidade de descobrir experiências interativas e surpreendentes centradas em temas relacionados com o eletromagnetismo, a mecânica de fluidos e ondas e sinais. Desde espetáculos de luz e de fogo a recipientes flutuantes, por exemplo, tudo acompanhado de uma interessante explicação teórica.

Depois do almoço, visitaram o parque Infante D. Pedro, os jardins da Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro e aventuraram-se a descobrir esta cidade, também conhecida como “Veneza portuguesa”, nome que ganhou um significado maior após uma viagem de moliceiro (embarcação típica de Aveiro) pela Ria da cidade.

O deslumbramento por esta capital de distrito chegou ao fim com a visita ao shopping, onde alguns alunos aproveitaram, inclusivamente, para adquirir algumas lembranças. A melhor lembrança é, no entanto, a memória de um dia diferente e especial.

Alunos do 12.ºB

Visita ao Castelo de Pombal


No âmbito da disciplina de História A, a turma I do 10º ano deslocou-se, no dia 6 de abril, ao castelo de Pombal para uma aula diferente. Com efeito, esta atividade procurou proporcionar aos alunos diferentes situações de aprendizagens, mas também sensibilizar para a preservação do património histórico, arqueológico e cultural português. Foi uma atividade bastante enriquecedora e que permitiu aos alunos abrir os horizontes, ganhar novas vivências e sistematizar conteúdos já apreendidos em sala de aula.

A Docente: Carla Alexandra Oliveira