Alunos do 3º e 4º anos visitam Quinta Pedagógica Inclusiva


           No passado dia 14 de junho, a turma do 3º e 4º anos da EB de Pelariga visitou a Quinta Pedagógica CASCI, na zona de Ílhavo.
      À chegada, realizou-se um lanche no antigo estábulo bovino da quinta. A visita iniciou-se com a visita à carpintaria, onde os carpinteiros montavam a estrutura de uma casinha de madeira. Os restinhos de madeira eram guardados num cubo com a capacidade de um metro cúbico, para depois ser vendida. Seguidamente, foi possível observar a habilidade do Sr. João para pintar casinhas de barro, características da Costa Nova. Ainda durante a manhã, construíram-se pequenos vasos com rolos de papel higiénico e pasta de papel.
      Depois do almoço, foi possível visitar as vacas e plantar um tomilho num vaso semelhante ao que tinha sido construído anteriormente. Continuando a visita à Quinta, observou-se o local onde são confecionados os famosos e deliciosos biscoitos “bacalhau”.
      Foi um dia fantástico, cheio de aprendizagens sobre plantas, animais e solidariedade.
A Turma Pel-C

Descobrindo as diferenças


MissãoApresenta-se como uma pessoa determinada e para quem o 12.º ano não é uma necessidade, mas a ideia fixa de quem decidiu que havia de concluir uma etapa que, em tempo regular, deixou inacabada.

Missão

J. Apresenta-se como uma pessoa determinada e para quem o 12.º ano não é uma necessidade, mas a ideia fixa de quem decidiu que havia de concluir uma etapa que, em tempo regular, deixou inacabada.

P. O seu espírito de cuidadora exigia-lhe que investisse numa carreira dedicada à educação de crianças, mas para isso precisava de concluir o 12.º ano.

 

Duração

J. Atravessou a nomenclatura do Centro quase desde a sua criação, pois foi no Centro Novas Oportunidades que iniciou o processo. Contratempos e prioridades fizeram com que fosse retomado já no Centro Qualifica, no dia 2 de outubro de 2017, e concluí-lo 14 anos depois do seu efetivo início leva-nos a acreditar que se sentiu bem acolhida nesta Casa e, por isso, a ela voltava.

P. A candidata dirigiu-se ao Centro acabada de regressar da Suíça, antes mesmo de tirar a roupa da mala, decidida a cumprir um sonho antigo, tendo iniciado o processo de RVCC no dia 28 de julho de 2023.

 

Construção

J. Cada vez que regressava ao Centro tinha de abrir as janelas do dossier em que juntara todo o material que lhe havia sido entregue ao longo dos anos e arejá-lo. Por ser conversadora nata, era um risco deixá-la a escrever autonomamente porque aquilo que lhe era solicitado em meia dúzia de linhas com facilidade se transformava em meia dúzia de páginas e, mesmo assim, dizia “não escrevi nem metade!”.

P. Apesar de lançar a semente em julho, sob um sol ardente, as primeiras raízes nasceram em setembro, quando de forma assídua e responsável comparecia a todas as sessões agendadas. Se no início a folha em branco era um desafio, não que lhe faltasse vida para contar, mas porque o português e o francês teimavam em imiscuir-se, com o tempo foi florescendo e, folha a folha, foi recuperando a robustez e a segurança no seu discurso.

 

Conclusão

J. Com inspiração na obra “O lutador de sumo que não conseguia engordar”, de Eric-Emmanuel Schmitt, percorreu os conceitos de meditação, alimentação, aceitação e objetivos, intercalando o resumo da obra com a sua experiência pessoal e profissional e indo com mestria ao encontro dos referenciais de competências-chave. Agora, com (mais) tempo para outros afazeres e responsabilidades, que continue a fazer limonada se o sumo não for o seu forte.

P. Com inspiração na obra “Medir o Racismo, Vencer as Discriminações”, de Thomas Piketty, explorou os temas do racismo, do referencial étnico-racial de tipo anglo-saxónico, da discriminação, do sistema de quotas como estratégia para promover a igualdade de oportunidades e do Plano de Ação para as Migrações, tendo ainda relatado duas experiências pessoais de discriminação. Agora, alcançado o cume desta montanha, chegou o momento de exibir a elegância e delicadeza das suas pétalas, partilhando a sua experiência em converter as dificuldades em substrato.

 

Se muitas diferenças há na missão, na duração, na construção e na conclusão, certo é que a persistência das flores selvagens (que se alimentam com a seiva da sua própria força) e da água do rio (que aprende a contornar obstáculos seguindo firmemente o seu rumo) fazem com que histórias tão díspares por vezes se encontrem. Foi o que aconteceu no dia 20 de junho de 2024, levando as candidatas a provar ao júri que são dignas do papel que reconhece que as escol(h)as fora da escola foram, efetivamente, as mais nobres escolas.

Isabel Moio – Técnica de ORVC

Alunos do 3º e 4º anos da Pelariga “alistam-se” por um dia


No passado dia 7 de junho, a turma de 3º e 4º anos visitou a exposição alusiva às comemorações do dia 10 de junho, que este ano se realizou na região de Leiria. Foi um dia cheio de desafios, dinamizados pelas diversas vertentes das forças armadas. Sempre com muita curiosidade e responsabilidade, foi possível experimentar tarefas e falar sobre a marinha, o exército e a força aérea. Foi possível explorar algumas das muitas atividades propostas no recinto: entrada em viaturas, observação de armamento, entrada num F16 e num helicóptero, experimentação de instrumentos de visão noturna, escalada, simulação de navegação de um helicóptero e de um barco, prova de piza numa padaria de campanha, visita ao laboratório nacional do medicamento, visita à tenda de apoio militar de emergência… Fomos ainda brindados com uma apresentação do Grupo de Intervenção Cinotécnico da GNR, onde os cães e os respetivos treinadores puderam mostrar as suas habilidades… Tivemos ainda a oportunidade de cantar o Hino Nacional durante o hastear da Bandeira de Portugal.
      Foi um dia recheado de boas experiências e algumas aventuras!
A docente
Natália da Silva Almeida Caeiro