Alunos do 7.º G
A mensagem que nos deixa a obra História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luís Sepúlveda, é que o valor da amizade é muito importante. Quando um amigo tem um problema, não o podemos abandonar, devemos ajudá-lo e não podemos ser só amigos para 0s momentos que nos interessam. Devemos apoiar sempre os nossos amigos e cumprir sempre as promessas.
As diferenças não tornam um ser vivo menos importante ou até indiferente. No entanto, somos todos iguais, mas diferentes.
Camila Alexandre, n.º 6
Na obra História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar, de Luís Sepúlveda, o gato prometeu ajudar a gaivotinha, não conseguiu logo à primeira, mas não desistiu. Ele fez tudo o que podia e o que não podia para a ajudar, não descansou até conseguir, a diferença entre eles não os afetou. Infelizmente, há alguns humanos que não conseguem ser pacientes…
Adriana Mendes
Autorretratos
Menino alto e branco
Com felicidade nos olhos
E energia no corpo
Para se rir basta uma piada
Mesmo vinda do nada
Olhos escuros, cabelo castanho
É tudo o que tem…
Na sorte acredita
Mas nunca medita
A esperança tem
Como mais ninguém
Assim ele é
Ah, pois é!!!
Afonso Campos, n.º 3
mas com muita descrição.
Quando alguém está doente
age logo com prontidão.
Sempre em atividade
com interesse na leitura
a sua grande qualidade
é tratar tudo com trenura.
Com modo de vida saudável
é a alegria dos seus pais.
É um rapaz muito estável
e diferente dos demais.
Com um grande coração
é uma pessoa muito fiél.
Termino a descrição
pois assim é o Daniel.
Daniel, n.º 8
Jardim (André), minorca português,
cabelo chocolate; face sorridente,
cicatrizes no rosto
com o IPhone no bolso,
a Samsung e a Nokia esquecer.
Sempre a nadar para emagrecer
e músculo aparecer.
As relações amorosas por uma navalha são cortadas.
E com o cabelo cortado às chapadas.
André Jardim, nº 4
Palavras Que Limpam a Escola
A escola
Limpar
As
Vassouras
DeveRás utilizar.
As latas de
Sumo
Que
Usares
TErás que reciclar.
Lixo no
CaIxote
Muitas
Pessoas
Ajudarás!
Minha
Alegria
PErmanecerá
Se
Colocares
Os resíduos no local correto.
Limpa ficará
A escola!
André Jardim, n.º 4
Preocupar-nos com a limpeza
Ajudar a proteger a nossa escola
Limpar os nossos corredores
A sujidade vamos combater
Vamos recolher todo o lixo
Reciclar, reduzir e reutilizar
Aprender a não sujar
Sujar é que nem pensar
Queremos andar numa escola limpa
Une forças e ajuda
Elimina todos os papéis do chão
Leva todo o lixo para o caixote
Imagina uma escola limpa
Mal se vê lixo no chão
Papéis, todos eles no lixo
As pessoas felizes
Muito gratas pela ajuda
A vida será mais fácil
E não vais tropeçar nessa
Sujidade toda
Com tudo isto vais ver que
O melhor está
Logo
Aqui na tua escola, só precisas de ajudar.
Eduarda Morgado n.º 10 e Eva Guedes n.º 12
Para a escola melhorar.
Aprender a reciclar,
para o ambiente ajudar.
Na escola reciclamos
Pois todos ajudamos.
Lixo pelo chão?
É o que não queremos!
Para o futuro melhorar
A escola vamos preservar.
Fazer tudo melhor,
para prevenir o pior.
Camila Alexandre, n.º 6 e Lara Esteves, n.º 16
Sempre a limpar…
Sem nunca sujar
Nós devemos reciclar
Para podermos trabalhar
Há tanto para limpar
E nós não devemos estragar,
sujar ou mesmo desperdiçar.
É tudo necessário,
para a escola preservar
Por isso, a regra vamos utilizar
Reduzir, Reciclar e Reutilizar
É tão fácil ajudar!
Jéssica Neves n.º 14 e Carolina Milheiro n.º 17
e alguns conselhos te vou dar.
Não tens nada que saber
Pôr a escola sempre a brilhar.
Para a tua escola teres limpa
A pá e a vassoura tens de usar.
Para ser mais fácil para ti
O lixo no caixote tens de colocar.
Dentro da sala de aula
A ordem deves manter
As mesas arrumadas
E no corredor não deves comer
Não faças riscos nas paredes!
Não deites papéis no chão!
Depois destes conselhos,
Agradeço a tua colaboração.
Daniel n.º 8
Escola suja
Não queremos!
A nossa escola
Moderemos!
Mesas sujas,
Chão por limpar…
Isto vamos mudar.
Panos limpos
Para todos
Todos para ajudar.
Não podemos
Nem queremos deixar sujar
Uma instituição
Que nos é tão familiar.
Adriana Gonçalves Mendes, n.º 1
Se olharmos para o que está limpo
Vamos ver que é mais bonito,
Pois a escola vai brilhar
Um simples gesto basta para ajudar.
Da escola temos de cuidar
Para a teres limpa, tens de trabalhar
Vamos lá começar a reciclar!
Rute Martins, n.º 25 e Marta Gaspar, n.º 19
Concurso online de Escrita Criativa
Durante três semanas, cinco alunos da turma F do 9ºAno redigiram textos no âmbito de um concurso promovido pelo Departamento de Educação para a Saúde da Liga Portuguesa Contra o Cancro. Diariamente, um dos elementos do grupo constituído pelos alunos Bernardo Gameiro, Daniela Neves, Ema Maria, Margarida Lopes e Tânia Santos tinha a responsabilidade de escrever um texto (com um mínimo de 300 palavras) na sequência do que lhe era anteriormente enviado.
Conto: Um pai e um filho
Luciano Santo, nº 17 do 7º G
Há muitos anos atrás, havia um homem muito rico que tinha uma fazenda muito grande e que também tinha um filho. Mas o seu filho não gostava de trabalhar, só queria gastar dinheiro e o seu pai não sabia mais o que fazer para o emendar.
Certo dia, resolveu construir uma forca no meio da fazenda e disse ao seu filho que quando morresse ele herdaria tudo, mas que iria gastar a herança com os seus amigos, ficar pobre, e os amigos não iriam querer saber mais dele. E assim aconteceu, o seu pai morreu, ele herdou tudo e gastou a herança. Tal como o seu pai previu, ficou pobre e os seus amigos não quiseram saber mais dele.
Um dia, ele lembrou-se da forca que o seu pai construíra, ajoelhou-se e disse:
– Se esse for o seu desejo, eu realizá-lo-ei.
Caminhou até à forca e começou a colocar a corda no pescoço e pendurou-se. Como o pau era oco, quando ele se pendurou o pau quebrou-se e a seu lado caíram várias pedras preciosas e uma carta que dizia:
– Meu filho, isto tudo aqui é seu.
Ele comprou a fazenda de novo e viveu feliz para sempre!
Conto: Isabel, a princesa guerreira
Bárbara Galego nº3 e Flávia Carneiro nº8 do 7º F
Era uma vez uma bela princesa guerreira chamada Isabel. Isabel era alta, loira e com olhos verdes. Vivia no meio de grandes árvores, com o seu cavalo Louis.
Isabel andava à procura de uma espada que o seu pai lhe deixara há vinte anos atrás. A única pista que o seu pai lhe dera foi uma chave.Com a sua rotina habitual, Isabel procurava a espada, até que passou por uma floresta. Aí, havia fantasmas a olhar para Isabel e plantas canibais a tentar mordê-la. Passou por esses obstáculos até que chegou a uma casa assombrada.
De repente, apareceu à frente dela um ogre que cuspia fogo. Este pegou-a e prendeu-a pelos pulsos numa parede, fazendo-a prisioneira.
Quando o ogre saiu, Isabel aproveitou e conseguiu tirar as mãos para poder fugir. Mas antes de fugir lembrou-se da chave e experimentou em todas as portas da casa assombrada, até que uma abriu e nessa mesma porta estava a espada que ela tanto procurava. No fim, foi ter com o seu cavalo Louis, o qual, ao ver a espada, ganhou asas e puderam os dois voar até casa.
Conto: A poção
Eduarda Morgado nº 10 e Eva Guedes, nº 12 do 7º G
Era uma vez uma rapariga chamada Etelvina, que se achava muito feia, e que fazia de tudo para ficar mais bonita.
Certo dia, Etelvina ouviu falar de um feiticeiro chamado Raimundo que, no seu laboratório secreto, tinha poções de todos os tipos, desde beleza até inteligência. Mas o que ela queria mesmo era a poção da beleza, e então decidiu partir em busca do laboratório secreto.
Pelo caminho passou por um pântano onde encontrou um sapo chamado Pimpão, que era rei e tinha uma bela carruagem. Etelvina contou-lhe a sua história e o sapo ofereceu-se logo para ajudar. Pimpão deu-lhe um mapa e uma chave, e também lhe disse para ter muito cuidado, pois Raimundo tinha uma serpente a guardar a cabana. Etelvina agradeceu-lhe e partiu em viagem na carruagem emprestada por Pimpão.
A viagem estava a correr bem, até que a carruagem ficou presa em areia movediça. Etelvina ficou em pânico, mas quando avistou uma cabana, ao longe, ficou mais aliviada. Decidiu, então, caminhar até lá, mas quando estava quase a chegar foi surpreendida por uma serpente gigante que a impediu de entrar na cabana. A luta foi dura, mas conseguiu escapar à serpente com um pequeno ferimento.
Entrou na cabana com a ajuda da chave e roubou a poção, depois bebeu-a e ficou tão bela como uma flor. Quando Raimundo chegou à cabana, apaixonaram-se logo um pelo outro, casaram e viveram felizes para sempre!
O papel do desporto na sociedade
Nuno Martinho, nº 23 e Joana Silva, nº 29 do 10ºF
Presentemente, vivemos numa sociedade sedentária, em que o desporto tem vindo a adquirir uma importância cada vez maior. Os desportos são variados, mas têm de ter em comum regras e valores próprios que possam contribuir para o bem-estar de todos.
O desporto é um direito de qualquer cidadão, acessível a todos, quaisquer que sejam as suas capacidades ou interesses. O desporto constitui um fator de inserção, de igualdade, de participação na vida social, de tolerância, de aceitação das diferenças e de respeito pelas regras. Exemplo destes fatores é o caso dos atletas paraolímpicos que tantas medalhas têm conquistado, mas que nem sempre têm o seu devido reconhecimento.
Nos últimos anos, tem-se assistido a um aumento da violência quer por parte dos jogadores, em situação de jogo, quer pelos adeptos como consequência da não-aceitação das regras e de comportamentos desviantes que alteram todo o espírito desportivo.
Atualmente, a competição não se fica só pelo estádio, mas pelos interesses políticos, económicos e sociais que o desporto envolve, como aconteceu nos jogos Olímpicos de Pequim em 2008. Os atletas chineses treinaram ao longo de anos, debaixo de grande pressão por parte dos treinadores, no sentido de obter os melhores resultados. Alguns foram inclusive alvo de violência.
Conclui-se que a atividade desportiva é muito importante na preparação para a cidadania, ajudando a conviver de forma saudável, com um verdadeiro espírito de equipa e de forma civilizada. Assim, o desporto deve ser sempre encarado a partir dos seus princípios, apesar de algumas situações menos positivas que têm vindo a surgir ultimamente.
ipad que os pais compram
Matilde Silvano, n.º 17, 8.º E
Mas quando? Digam-me quando é que o nosso mundo se reduziu a um retângulo e começámos a contar em polegadas? A verdade é que a maior parte das pessoas chega a casa a correr para não mais descolar a cara do pequeno ecrã da televisão.
Isto fez-me chegar à conclusão de que vivemos na “Era dos i’s”. iPodem ter a certeza porque há gente que já é completamente dependente destas variadas máquinas. Mas agora, imaginem a reação do vosso tetravô se lhe dissessem “Bota aí um like” ou se lhe respondessem com um simples “lol” seguido do seu “xD”.
O problema é que não podemos culpar apenas Steve Jobs e Mark Zuckerberg pela dimensão ocupada pelo universo das tecnologias. Sendo assim, só nos resta uma opção: culpar os iPais.
“Aquele momento” de felicidade dos iPais quando trocamos as bonecas ou carrinhos por computadores e telemóveis, usando a desculpa de que crescemos; quando trocam os nossos chocolates por tablets que nem sequer se derretem na boca. Ou então quando nos oferecem um novo MP4 porque tivemos uma boa nota, ou ainda, quando nos mandam SMS’s a meio de aulas a perguntar qual o resultado do teste, mas é claro que nós, iFilhos, sabemos bem que era apenas um argumento para se divertirem a escrever num teclado touch.
No entanto, também iFilhos se descaem e entram neste jogo de manipulação por parte da tecnologia que insiste em não nos deixar escapar. Assim, iFilhos iPedem tanto que os iPais compram sem pensar que a “true story” é que, passado algum tempo, vão estar a trocar aquele objeto por um quase gémeo verdadeiro.
Com isto quero apenas dizer que, enquanto pedirem, iAlguém vai comprar, mas quando não houver iMoney na iCarteira não venham gritar “Ai, mãezinha! Fui “trollado” por esta “tecnomania” que afinal o mundo tem muito mais para me dar!”.