Visita de estudo – 8.º ano


No âmbito dos conteúdos das disciplinas de História e Geografia, os alunos do 8.º ano, no  passado dia 21 de março, deslocaram-se ao Porto, onde tiveram a oportunidade de fazer uma visita guiada ao museu interativo e parque temático World of Discoveries e de participar num cruzeiro no rio Douro, que lhes permitiu viajar no tempo e reviver a história dos navegadores portugueses da época dos Descobrimentos.

Inspiradas nos tradicionais barcos rabelos, as embarcações que realizaram os cruzeiros revelaram a cidade vista do rio e as principais caraterísticas das seis pontes que ligam as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia, num passeio inspirador e relaxante.

Os alunos puderam observar os diferentes tipos de oferta turística presentes na marginal das cidades do Porto e Vila Nova de Gaia, usufruindo assim de um dia completamente diferente.

Os professores responsáveis: Carla Ribeiro, Clara Ferreira, Rui Monteiro

Ser Técnica


Desempenhar funções como Técnica de Orientação, Reconhecimento e Validação de Competências é muito mais do que ter técnica. É ser Técnica. E sê-lo requer assumir um “contrato” com cada candidato, em que se estabelece a empatia como condição basilar, como Carl Rogers defendia.

Através desse contrato, quem é Técnica (mais do que aplicar uma sequência de instrumentos), consegue ler as dúvidas, as expetativas e as motivações no rosto de cada candidato que entra no Centro Qualifica, trazendo nos bolsos e no olhar a emoção de voltar a entrar numa escola. Foi o que aconteceu com a Marina, o Jorge e o Paulo que, no início, junto ao lápis e ao bloco de folhas, traziam muitas dúvidas e incertezas, sentindo-se um barco em alto mar – o processo – ambicionando ancorar em porto seguro.

Se uma criança é uma esponja que absorve todo o conhecimento que lhe é transmitido, uma pessoa adulta apenas se envolve em processos educativos e formativos se as mais-valias que obtiver lhe proporcionarem respostas para o seu dia-a-dia e corresponderem às suas necessidades e objetivos imediatos. E foi isso que estes três candidatos procuraram. Se, no início, os seus portefólios nasceram de forma tímida, debaixo da sombra das incertezas, não se deixaram encobrir por ela. A persistência, a dedicação e a curiosidade foram imagem de marca durante o processo: mais do que simplesmente conhecer, a equipa sentia que os candidatos tinham também sede de aprender e de compreender. Começavam a não carregar tantas dúvidas nos bolsos, substituindo-as por novos projetos e ambições que preencheram o seu dia-a-dia com novas formas de ler o mundo e novos contactos sociais.

No processo de reconhecimento, validação e certificação de competências, tal como nos diz o ciclo andragógico, o ponto de partida é, simultaneamente, alicerce e ponto de chegada. Aqui, representado pela história de vida de cada pessoa adulta. E, não se encerrando no final do processo, volta a ser novo ponto de partida, ao gerar a (trans)formação individual e o impulso para novos percursos educativos e formativos.

No dia da prova de certificação, a Marina, o Jorge e o Paulo já não traziam nos bolsos nem no olhar as incertezas iniciais, mas a esperança num “amanhã” promissor, com novos impulsos e percursos. Que esse “amanhã” se cumpra e contribua para a sua (trans)formação!

Isabel Moio – Técnica de ORVC

 

Leituras criativas na EB de Louriçal


Na nossa escola comemorou-se a semana dos afetos, a semana da leitura iniciada com o dia S.O.L., a apresentação do livro “Histórias da Ajudaris 2017”, o atelier de escrita criativa, o encontro com o escritor José Fanha e a peça de teatro “3 Abóboras e 400 camelos” pela companhia AtrapalhArte.

Estas iniciativas promoveram o gosto pela leitura, pela escrita, pela ilustração, pelo prazer de ler e de ouvir ler,…

Leram-se receitas, textos, histórias, poesias,… em vários locais da escola: no refeitório, na sala, na biblioteca, no bosque,…

Todas as atividades motivaram os alunos para a participação em leituras livres e na partilha de miminhos, leituras com os “Pais de Palavra”, professoras, professor bibliotecário e os amigos!

Foram momentos de ler pelo prazer de ler, levando os alunos para o mundo da fantasia!…

As docentes

Alunos da Escola Marquês de Pombal na recuperação da Mata Nacional de Leiria


No âmbito da ação de recuperação da Mata Nacional de Leiria e dando continuidade ao Projeto “A Floresta: uma sala de aula emocionante”, no qual estão envolvidos os Serviços do Ministério da Educação, o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e a Câmara Municipal da Marinha Grande/ Câmara Municipal de Leiria, os alunos das turmas F e H do quinto ano, acompanhados dos respetivos diretores de turma e de um professor de Ciências Naturais, participaram na plantação de árvores em Pedrianes, Marinha Grande, no dia 21 de março de 2018, às 14h30m. Os alunos participaram de uma forma entusiasta e empenhada na reflorestação da área destinada à escola, tendo esta iniciativa de educação para a cidadania favorecido a concretização de objetivos na área da educação ambiental para a sustentabilidade e contribuído para a valorização e reconhecimento da NOSSA FLORESTA, além de fomentar, de forma efetiva, as relações interpessoais entre os intervenientes.

Esta ação só foi possível de concretizar com a pronta colaboração dos serviços educativos da Câmara Municipal de Pombal, que cedeu o autocarro para o transporte dos alunos e a qual agradecemos.

Os diretores das turmas F e H do 5.º ano

“Adota uma planta (autóctone)!”


 No âmbito da comemoração do Dia Mundial da Floresta, entre os dias 21 e 23 de março, os alunos da turma H do 5.º ano da Escola Marquês de Pombal desenvolveram uma atividade em que se pretendia promover a adoção de plantas autóctones pela comunidade educativa, fomentando as relações interpessoais, através de uma maior consciência e responsabilidade ambiental.  Esta atividade foi preparada e desenvolvida nas disciplinas de Educação para a Cidadania, Ciências Naturais, Português, História e Geografia de Portugal e Educação Visual. Durante os intervalos e à hora do almoço, a turma esteve junto das bancadas onde tinham expostas várias plantas, nomeadamente, o sobreiro, o pinheiro-manso, o medronheiro, o loureiro e ainda, o alecrim, a alfazema, entre outras espécies. Estas plantas foram adotadas por quem manifestou interesse em cuidar delas de forma responsável!

Esta iniciativa teve a colaboração do Centro de Ciência Viva da Floresta e da Escola Superior Agrária de Coimbra a quem se prestam os devidos agradecimentos.

Os alunos da turma H do 5.º ano