“De mãos dadas com o Planeta”


Porque no contato com a natureza e com o meio ambiente se desperta a curiosidade, o interesse, surgem aprendizagens livres e espontâneas, nasce também o gosto e o desejo de a preservar.

Nesse sentido fomos à descoberta da primavera e da sua beleza e de tudo o que nos oferece.

No exercício de uma cidadania ativa plantámos árvores com a colaboração do Município de Pombal e da Junta de Freguesia de Almagreira, no sentido de deixar o nosso contributo para preservação e qualidade do meio ambiente.

Atividades da área do Conhecimento do Mundo, no âmbito do desenvolvimento sustentável – “De mãos dadas com o Planeta”.

As crianças do JI Assanha da Paz

Educadora

Mª João Ferreira

Uma oportunidade para os adultos dos Centros Qualifica prosseguirem a sua formação


Os Centros Locais de Aprendizagem da Universidade Aberta organizam a sessão de esclarecimento “Ensino Superior – uma oportunidade à sua medida” que tem lugar a 7 de abril, entre as 18 e as 19 horas (horário de Portugal Continental), na plataforma Zoom.

A sessão é dedicada ao acesso à Universidade Aberta, nomeadamente, através do acesso específico e de Maiores de 23 anos (ACFES) que têm candidaturas abertas até 4 de maio.

Quais as condições de acesso? Qual o investimento a efetuar? Qual o modelo pedagógico da Universidade Aberta? Estas são algumas das questões que poderão ser esclarecidas na sessão que conta ainda com o testemunho de uma antiga estudante da Universidade Aberta, outrora uma adulta com percurso de qualificação num Centro Novas Oportunidades.

O evento destina-se ao universo dos Centros Qualifica, designadamente aos adultos que se encontram em processo de qualificação, mas também aqueles que já terminaram o seu percurso de qualificação. Assim, desafiam-se os Técnicos de Orientação, Reconhecimento e Validação de Competências e os Formadores a marcarem presença nesta sessão, pois a Universidade Aberta apresenta-se como uma oportunidade para os adultos dos Centros Qualifica prosseguirem a sua formação.

A participação é gratuita, mas está sujeita a inscrição prévia até 6 de abril através de formulário disponível em https://bit.ly/3si9b0x:

CLA Ansião | 915 676 341 | E-mail: CLA.ansiao@uab.pt

Dúnia Palricas – CLA Ansião

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Grupo de Intervenção Precoce na Infância assinala Dia Mundial do Sono


A alteração na rotina familiar e a falta de socialização durante o período de confinamento, aliadas a um aumento da exposição aos ecrãs, provocaram, em muitas famílias, alterações no sono das crianças.

Na comemoração do Dia Mundial do Sono, que este ano se assinalou a 19 de março, o grupo de Intervenção Precoce na Infância partilhou, com as famílias das crianças acompanhadas e docentes do grupo da educação pré-escolar, uma publicação que visa sensibilizar os pais para a importância do sono no bem-estar e saúde das crianças. Nesta publicação, para além de informações e recomendações, os pais poderão ainda encontrar algumas estratégias para ajudar as crianças a dormir melhor.

Os bons hábitos de sono na infância são essenciais para um bom desenvolvimento cognitivo, comportamental, emocional e físico. A ausência de hábitos de sono adequados tem repercussões no comportamento da criança, com consequência na vida familiar. Quando não dormem o tempo necessário, o comportamento das crianças sofre alterações: maior irritabilidade, mais cansaço, menor capacidade de atenção e concentração, afetando o seu desempenho escolar e desenvolvimento geral.

Torna-se, pois, prioritário promover rotinas e hábitos de sono. O Dia Mundial do Sono é uma iniciativa da Associação Mundial de Medicina do Sono, que se comemora anualmente, e que tem como objetivo celebrar o sono e alertar para importância do sono regular diário.

Bons sonhos!

(Re)pensar no futuro


E um mês depois, voltámos às nossas sessões de certificação, com recurso à plataforma Teams.

Motivado e empenhado em concluir um dos seus projetos de vida, desde a primeira sessão que o Luís, com confiança e afinco, foi desenhando as linhas do seu portefólio reflexivo de aprendizagens, polindo com o apoio da equipa todas as dúvidas e incertezas que lhe iam surgiam.

Para si, o Processo de RVCC era o motor para a sua valorização pessoal e a oportunidade de adquirir novos conhecimentos e, por isso, revelou sempre uma postura atenta e curiosa em todas as sessões de reconhecimento de competências e de formação complementar.

Ontem, finalmente, conseguiu encerrar um dos capítulos da sua vida: a conclusão do ensino secundário. Mas tal como Piaget um dia referiu, “a principal meta da educação é a criação de homens que sejam capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram” e, por isso, desejamos que a concretização deste objetivo seja apenas  o início de uma vida repleta de novas descobertas e intensas aprendizagens.

Patrícia Amado – Técnica de ORVC

E@D – Pré-escolar


Olá

Cá estamos com uma nova noticia desta vez, sobre “as nossas andanças”. É verdade, vivenciámos mais um período de ensino à distância, E@D, estivemos em casa. Dividimo-nos entre a continuidade das aprendizagens realizadas no JI e as rotinas diárias na família.

Nem imaginam o que fizemos! Explorámos cada um dos cantos da casa. Ajudámos a preparar refeições saborosas e sobremesas originais. Produzimos teatros, magia e experiências. Usámos disfarces, bem engraçados. Elaborámos, fantásticas, construções em 3D. Lemos e contámos histórias. Não ficámos parados. Sabemos que a atividade física é fundamental para a saúde e bem-estar fizemos, também, caminhadas e passeios de bicicleta.

Cuidámos da horta, plantámos morangos, semeámos batatas e lavámos o carro do pai. Ainda tivemos tempo para brincar com o cão e alimentar os cabritinhos.

Uff…exaustos, mas divertidos!

Regressámos! Estamos prontos para continuarmos os desafios e abraçarmos as novidades, agora no jardim de infância.

Educadora

Aidé dos Santos

Sala A do JI do CE de Almagreira

“Tardes com Ciência”


As crianças da turma A do ensino pré – escolar da EB de Louriçal, durante o período E@D, deram continuidade às aprendizagens na área das ciências experimentais – “Tardes com Ciência”.

A realização das experiências – “ O que flutua e o que não flutua”   e   “A Cor das Flores” permitiu – lhes desfrutar de ocasiões de investigação e descoberta na área do Conhecimento do Mundo e realizar aprendizagens ao nível da introdução à metodologia científica –  Experimentar, recolher informação, organizar, analisar a informação, chegar a conclusões e comunicá-las.

A educadora

Mª Palmira Rocha

 

Comemoração do Dia do Pi


O número π (pi) é tão importante e fascinante que tem direito a um dia no calendário, o dia 14 de março. Porquê 14 de março? Porque as datas na América se registam com o mês seguido do dia, o que sugere a aproximação mais conhecida de π que é 3,14.

O pi é um número infinito que não se pode representar por nenhuma fração, é uma constante que resulta da razão entre o perímetro de uma circunferência e o seu diâmetro.  Existem cálculos para determinação do valor de pi que chegam aos 51,5 milhares de milhão de dígitos a seguir à vírgula.

Larry Shaw foi o fundador desta data comemorativa. Durante 38 anos, desde 1988, liderou o desfile de visitantes do Museu Exploratorium, em São Francisco, colocando um boné vermelho e, cada visitante segurava numa placa com um dos algarismos de pi e desfilavam: o 3 na frente, seguindo-se a vírgula e depois os outros algarismos, cada um na sua ordem, 141592653489…   Claro que os portadores dos algarismos se esgotavam sempre antes dos infinitos dígitos de pi! Havia festa, partilha de tortas, pizzas, com decorações alusivas a esta constante.

Assim, em pleno confinamento, as professoras Anabela Santos e Élia Vinhas, no contexto das aprendizagens em curso, desafiaram os seus alunos (6.º A, 6.º G e 6.º H) e respetivas famílias a celebrarem esta data e confecionarem um bolo para homenagear todos os nossos antepassados que ao longo da história se dedicaram à compreensão e à expansão do valor de pi. Os diferentes momentos, resultantes da atividade foram partilhados no Moodle, com recurso ao Fórum “Galeria de fotos da celebração do dia do pi”. Através dos resultados de uma sondagem em resposta à questão: “Qual o bolo mais apetitoso?”, os alunos terão, ainda, oportunidade de trabalhar outros temas matemáticos, tais como as percentagens.

Todos exemplares confecionados foram absolutamente fantásticos, tal como o número pi!

Agradecemos o envolvimento dos alunos e das famílias numa atividade que mereceu, por certo, uma atenção redobrada nas questões matemáticas.

Anabela Santos e Élia Vinhas

Desafio Póster “Matemática para um mundo melhor”


A aluna Neuza Mendes do 9.º H e os alunos Afonso Silva e Vânia Feijão do 2.º ano do Curso Profissional Técnico de Desporto participaram no “Desafio de Pósteres IDM 2021”, no âmbito do projeto Dia Internacional da Matemática (IDM), cujo tema era “Matemática para um mundo melhor”. O desafio consistia em criar um póster, usando a matemática como uma linguagem universal, para comunicar uma ideia de como tornar o mundo um pouco melhor.

O poster elaborado pela aluna Vânia Feijão foi selecionado como um dos melhores, entre os mais de 2100 recebidos de todo o mundo, e integrou a  galeria online do site do projeto: 2021 Poster Challenge Gallery | International Day of Mathematics (idm314.org), que convido a visitar.

No dia 14 de março, durante as 48 horas de celebração online do Dia Internacional da Matemática, foram divulgados outros pósteres que não fazem parte da galeria do site do projeto (2021 Global Online Celebration | International Day of Mathematics (idm314.org))

O projeto Dia Internacional da Matemática é liderado pela União Matemática Internacional com o apoio de inúmeras organizações internacionais e regionais de todo o mundo e o Dia Internacional da Matemática (IDM) é uma celebração mundial, que se realiza no dia 14 de março. Este dia foi escolhido como a data para o IDM, porque já foi comemorado em muitos países como o Dia do Pi, pelo fato de alguns países o escreverem como 3/14 e a constante matemática Pi ser de aproximadamente 3,14.

Parabéns aos alunos participantes neste desafio os quais transmitiram, usando a linguagem matemática, uma mensagem para tornar o mundo melhor!

Ana Francisco, professora de Matemática

“EUA/México, o muro de Trump e o sonho americano – uma leitura cultural” – Videoconferência


No dia 24 de fevereiro de 2021, realizou-se uma palestra, por videoconferência, dinamizada pela Dr.ª Maria José Canelo do CES (Centro de Estudos Sociais) da Universidade de Coimbra, no âmbito da atividade integradora do Curso EFA “Como podemos viver todos juntos? Desafios da diversidade cultural”. Foi abordado o tema “EUA/México, o Muro de Trump e o sonho americano-  uma leitura cultural”.

A palestrante começou a sua apresentação mostrando imagens de uma série de muros. Existem muitos países no mundo, inclusivamente na Europa, que já edificaram muros. Alguns já foram derrubados e outros permanecem intactos. São exemplos dos que permanecem intactos o que separa Israel da Palestina, “Checkpoint Bethlehem/Jerusalem” ou o que separa a Irlanda do Norte e a Irlanda do Sul, estranhamente conhecido como “Muro da Paz” “Peace Wall, Shankhill Road” em Belfast. Todos eles são fruto de ódios, discriminação, violência e outros sentimentos inconfessáveis, incontroláveis e sobretudo incompreensíveis.

O Muro de Trump tem sido mais mediatizado. O principal intuito desta construção foi travar a migração ilegal.

Uma fronteira é um mecanismo de controlo social, gestão da população, num âmbito de um estado-nação e um instrumento de exclusão. As fronteiras não são naturais, são produto da história. Elas servem para uma pretensa proteção das nações, organização do território, delimitação dessas nações, respeito pelas soberanias nacionais e para afastar os “não-desejáveis. Mas estes muros, assim como as fronteiras, não impedem que os povos os passem. De uma maneira ou de outra, todos tentam ultrapassar estas barreiras, porque não têm nada a perder. No entanto, não se pode deixar de lamentar dez mil hispânicos que já morreram a tentar passar a fronteira.

Neste momento, vivem nos Estados Unidos cento e onze milhões de hispânicos correspondendo a um quarto da população. Destes, dez a onze milhões são indocumentados e tentam ao máximo não ser vistos. Trabalham e cumprem com todas as regras, mas não têm direito a qualquer regalia de segurança social. A professora Maria José sublinhou que agora eles têm uma enorme esperança de que possam ser legalizados, pois o presidente Biden prometeu que iria criar legislação nesse sentido.

Nesta sessão, refletimos o quão mesquinho pode ser o ser humano ao considerar o seu semelhante inferior e sem direitos iguais só porque é de outro país ou tem outra cor de pele ou outra religião.

Formandos do Curso EFA