A Escola Básica de Vila Cã, do Agrupamento de Escolas de Pombal, recebeu o 1º prémio do 2º escalão no concurso da 16ª edição do Prémio Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola”, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020, na Escola Secundária José Estevão, em Aveiro.
Integrado na temática “A Ciência na Escola ao Serviço do Desenvolvimento de Portugal”, a Escola Básica de Vila Cã apresentou o projeto intitulado “Sementes de Esperança numa Floresta de Cinzas”.
Ao longo do ano letivo 2018-2019, alunos, professores e demais comunidade educativa envolveram-se com elevado interesse na partilha de conhecimento e no desenvolvimento de uma cultura científica através do trabalho colaborativo.
A cerimónia contou com a presença do Sr. Ministro da Educação, Dr. Tiago Brandão Rodrigues, do presidente da Fundação, Eng.º Ilídio Pinho, e do responsável pelo prémio “Ciência na Escola”, Prof. Joaquim Azevedo. Contou ainda com a presença de pais e alunos da Escola Básica de Vila Cã que acompanharam os docentes promotores do projeto e que empenhadamente têm contribuído para o sucesso do mesmo.
O Ministro da Educação sublinhou “a audácia, a dedicação e determinação das comunidades escolares que através destas iniciativas transformam a teoria em prática”.
Fernanda Duarte
Tertúlia “Biodiversidade do mar de Portugal”
No dia 12 de fevereiro, no âmbito da disciplina de ciências naturais e do projeto eTwinning “Go Fish”, os estudantes da turma C do 9.º ano de escolaridade participaram na tertúlia “Biodiversidade do mar de Portugal”, dinamizada pela Dra. Mónica Albuquerque, bióloga e assessora de biodiversidade marinha na Estrutura de Missão para Extensão da Plataforma Continental (EMEPC).
Fomos mergulhar! E nesta tertúlia os estudantes compreenderam como se procede à identificação e caracterização da biodiversidade marinha. Com o auxílio do ROV Luso (o robot que mergulha até aos 6000m de profundidade e que recolhe amostras e dados no fundo do mar português) equipas de mergulhadores científicos cartografam, amostram, fotografam e filmam a biodiversidade marinha de sítios de interesse. Seguidamente, as amostras biológicas recolhidas são imediatamente triadas, identificadas até ao nível específico (quando possível) e catalogadas a bordo. A informação recolhida é cuidadosamente validada, a posteriori, e introduzida no sistema de informação georreferenciada da biodiversidade marinha nacional M@rBis, que reúne todos os registos de espécies marinhas.
Na avaliação da atividade, os estudantes consideraram ter sido uma mais-valia para ampliar a sua literacia científica, nomeadamente no que se refere à literacia dos oceanos.
Estefânia Pires (Professora de Biologia e Geologia/ ”Clube Ciência Viva”)
“Ciência Fora de Portas”
No dia 30 de janeiro, o “Clube Ciência Viva” do Agrupamento saiu à rua e levou, mais uma vez, a “Ciência Fora de Portas”. Nesta ação, realizada a convite da Biblioteca Municipal de Pombal, foram protagonistas um grupo de alunos das turmas C e H, do 9.º ano, que dinamizaram um “Show de Ciência” integrado nas atividades do Hemispherium Viajante.
As atividades desenvolvidas são criativas e, simultaneamente, lúdicas com temáticas do quotidiano que envolvem o conhecimento científico, conforme os objetivos desta iniciativa: despertar a curiosidade científica e mostrar que a ciência tem também a sua dose de diversão. Nesta ação, as atividades dinamizadas atraíram a atenção dos visitantes, que se mostraram muito participativos.
O Projeto “Ciência Fora de Portas” é uma iniciativa do “Clube Ciência Viva” do Agrupamento que visa aproximar a ciência da sociedade, em particular da comunidade pombalense. Assim, estão previstas outras atividades, fomentando o envolvimento da população.
Estefânia Pires, Professora de Ciências Naturais (“Clube Ciência Viva”)