Realizou-se, nos dias 24 de novembro (EBMP) e 02 de dezembro (ESP), a atividade ”MEGAS” em atletismo, que contou com a participação de 350 alunos e professores nas disciplinas de: lançamento do peso, salto em comprimento, corrida de velocidade e quilómetro.
Integrado nas atividades a desenvolver no âmbito do Desporto Escolar, esta atividade teve o objetivo de apurar os alunos que irão representar o Agrupamento de Escolas de Pombal na fase distrital e, ainda, a promoção da atividade física como o combate ao sedentarismo e a manutenção de uma vida ativa.
Destaque para a colaboração dos alunos do Curso Profissional de Desporto que, no âmbito das suas competências curriculares, acompanharam os professores nesta organização.
O grupo de Educação Física
Viver a Diabetes na Escola
No âmbito do Dia Mundial da Diabetes, 14 de novembro, e do projeto de Educação para a Saúde, realizou-se uma sessão de sensibilização e esclarecimento, na turma F do quinto ano, dinamizada pela enfermeira Jerusa Gameiro, da UCC de Pombal, em articulação com o aluno Gonçalo Sousa, da turma A do décimo segundo ano, que, gentilmente, aceitou o convite para dar o seu testemunho.
Os alunos demonstraram bastante interesse por esta sessão e elaboraram pequenos trabalhos com o apoio das disciplinas de Português e de Cidadania e Desenvolvimento, que estão afixados no recinto escolar da Escola Básica Marquês de Pombal.
Élia Alves
O estudo das rochas no 10º ano de Biologia e Geologia
Começa um novo ciclo de aprendizagem – o secundário…
Começa uma nova disciplina – Biologia e Geologia… e, em regra, as espectativas são grandes. Os alunos entram na disciplina à espera que as atividades práticas sejam mais frequentes, mais desafiadoras o que, dentro do possível, virá a acontecer.
Mas, que chatice!
Começamos pela Geologia e estudo dos “calhaus”, termo utilizado pelos alunos sempre que se referem às rochas. Eis que, numa aula de Biologia e Geologia, 10º A, ao estudar as rochas e, particularmente o calcário e o mármore, se faz um simples teste da “gota de ácido clorídrico”. Já todos sabíamos o que ía acontecer, já havíamos visto, mas as pequeninas bolhas que se formam causam sempre sensação (ver vídeo, Fig. 1). É a efervescência, libertação de bolhas de dióxido de carbono resultantes da dissolução da calcite, mineral carbonatado constituinte destas rochas, em contacto com um ácido.
Foi esta “surpresa” que fez um aluno comentar “Afinal o estudo dos calhaus é mais interessante (…)!!!”.
O calcário, rocha sedimentar quimiogénica, e o mármore, rocha metamórfica, são ambos formados pela calcite (CaCO3, carbonato de cálcio) e estão intimamente relacionados. A primeira, sujeita aos fatores de metamorfismo adequados (Ex.: temperatura mais elevada; fluidos de circulação e todo o tempo de que a Terra dispõe), dá origem à segunda. Assim, ambas podem, pelo contacto com ácidos, mesmo que fracos, sofrer a efervescência da qual resulta a dissolução da calcite e, portanto, o desgaste da rocha.
Assim, se compreende que lá em casa, se a bancada da cozinha for de calcário ou de mármore devamos ter cuidados especiais ao espremer limão pois, o seu sumo, têm ácido cítrico que corrói a nossa bancada.
Sempre a aprender, seduzidos pela Natureza e pela Ciência.
Profª de Biologia e Geologia do 10º A, Clube da Ciência Viva do Agrupamento
Dia Mundial do Origami – 11 de novembro
“A arte é importante na vida da criança, pois colabora para o seu desenvolvimento expressivo, para a construção de sua poética pessoal e para o desenvolvimento de sua criatividade, tornando-a um indivíduo mais sensível e que vê o mundo com outros olhos”(1)
Na semana de 15 a 19 de novembro, dia foi assinalado, no Agrupamento de Escolas de Pombal, o Dia Mundial do Origami, tendo sido proposta a construção de origamis aos docentes do 1.º ciclo e aos alunos da ESP e da EBMP.
No dia 29 de novembro, o docente de Matemática da EBMP, Vasco Faria, proferiu uma palestra à qual assistiram os alunos do Clube de Matemática e alguns professores, na qual revelou a utilização de origamis nas viagens espaciais.
Origami é a arte de dobrar folhas de papel, sem cortes, e torná-las em objetos decorativos tais como pássaros e/ou animais, entre outros. A designação desta arte milenar japonesa vem de ori, que significa dobrar, e kami, que significa papel. Mas, o origami tem também uma relação muito direta com a matemática. Permite trabalhar conceitos de geometria (posição relativa de retas, eixos de simetria, mediatriz de um segmento, bissetriz de um ângulo), de números (frações), de funções/ sucessões, entre outros. Mais do que um simples papel dobrado ou um passatempo relaxante, o origami é uma ferramenta que ajuda a melhorar a concentração, permite estimular a memória, a criatividade e a coordenação visual-manual das crianças.
Desafiamos todos a construírem uma estrela de elevado grau de dificuldade, acompanhando o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=iszp_VfzBwU.
Lígia Matos
Clube de Matemática
(1) COLETO, Daniela. «A Importância da Arte para a Formação da Criança», in Revista Conteúdo, volume 1, nº 3, jan/jul, São Paulo, 2010.
Espetáculo teatral “Na Língua de Camões”
Inspirada na epopeia Os Lusíadas, escrita por Camões no século XVI, a peça conta com quatro atores (Cristóvão Carvalheiro, Jaqueline Figueiredo, Marco Paiva e Tânia Catarino), que dão vida a mais de vinte personagens. O elenco transformou uma obra renascentista séria, extensa e complexa em noventa minutos de pura comédia, mesclada com momentos de crítica intemporal e com apontamentos musicais, num espetáculo construído a pensar no público juvenil.
Com um cenário simples mas polivalente, a criatividade destes artistas levou-nos numa grande viagem, por Moçambique, Mombaça, Melinde, até chegar a Calecut (Índia). Já de regresso à pátria, ancorámos na Ilha dos Amores para descobrir que a bravura é sempre recompensada. Uma aventura incrível, com Vasco da Gama no leme, mas também com navegantes heroicos, deuses romanos, traições, amores, sacerdotes muçulmanos, assassinatos, tempestades, batalhas, ninfas e, porque a imaginação tudo permite, um GPS, um tablet e wifi…! Camões também interveio, grandioso e sério, para nos recordar que a arte e a cultura não devem ser esquecidas.
Com certeza, foi uma manhã de convívio, de talento e de humor, que nos permitiu perceber que os textos permitem múltiplas abordagens e que não há limites para a criação artística. O nosso aplauso à companhia Teatro à Solta!
Alunos do 9.º C