A magia de Natal aconteceu no Centro Qualifica ao longo do dia 20 de dezembro 2019. Tinha chegado a hora da prova final de certificação para 9 candidatos do processo RVCC.
À mistura com algum nervosismo, vivia-se a satisfação profunda de uma meta prestes a ser alcançada. Para a equipa do Centro, era tempo de reconhecer o esforço de cada um dos candidatos ao longo dos meses em que decorreu o processo RVCC, de enaltecer as virtudes evidenciadas, mas também de desafiar para novos caminhos de aprendizagem.
Relembraram-se os sacrifícios, mas também os bons momentos. Celebrou-se o gosto pela aprendizagem. Abrem-se agora novos caminhos que ditarão outras vivências, outras competências.
Cristina Costa – Coordenadora do Centro Qualifica
Natal na Biblioteca da EB Marquês de Pombal: letras e música!
Segunda-feira, dia 16 de dezembro, os alunos das turmas do 5.º D, 5.º E, 5.º F e 5.º H apresentaram, uns aos outros, canções e leituras de contos de Natal, na Biblioteca da Escola Básica Marquês de Pombal.
Na preparação e orientação destas atividades estiveram as professoras Fátima Couto (Educação Musical), Helena Evangelista, Paula Gonçalves (Português) e o professor Bibliotecário João Silvano.
A «Cantar o Natal», a turma do 5.º D interpretou o tema «Acordar» do maestro Virgílio Caseiro e representou a história «Natal no Hipermercado» de Luísa Ducla Soares. De seguida, os alunos da turma E entoaram uma «Miscelânea de Natal” porque a turma tem alunos de várias nacionalidades.
As turmas F e H, o Mateus, a Daniela e a Bruna (da Sala Multicor) assistiram a duas histórias sobre «Sonhos» de Natal de um Ursinho Rosa e de um menino de Pedra da Hera, depois fizeram «Queixa ao Pai Natal» a cantar.
No final de cada apresentação, o professor João cantou várias canções de Natal, acompanhadas à guitarra, que retratavam a história do nascimento do Menino Jesus.
E foi assim, ao som das letras e das letras com sons que (EN)CANTÁMOS O NOSSO NATAL!
«Merry Chistmas et Joyeux Nöel
Glücklich Weinacht,
Feliz Navidad
Boas Festas e Feliz Natal
Ding Dong Ding Dong»
Miscelânea de Natal
Turma do 5.º D
Projeto solidário – Grupo de Intervenção Precoce
A época de Natal é, sem dúvida, uma época muito especial nos jardins de infância com uma energia muito positiva, criatividade, surpresas, alegria e momentos de união e solidariedade.
A palavra solidariedade tem vários significados, mas em todos eles o grande conceito é o ato de ajudar o próximo.
Ajudar quem necessita, sem ter a obrigação de fazê-lo, somente por satisfação pessoal é um acontecimento único para as crianças! Praticar e ensinar a solidariedade é garantir que a criança aprende a relacionar-se com o mundo, reforçando valores como o respeito, a generosidade, a empatia, o altruísmo, valores indispensáveis para a construção do seu caráter e para um cidadão consciente, bem como para uma sociedade mais humana, mais equilibrada, mais equitativa e, sobretudo, mais inclusiva.
Inspiradas pelo espírito natalício, as docentes da Intervenção Precoce convidaram os educadores de infância a participar no projeto solidário “Pequenos no tamanho, Grandes na partilha”, estimulando nas crianças o gosto pela participação em projetos que ajudem a comunidade em que se inserem, ajudando-as, desta forma, a entenderem o verdadeiro significado desta data.
O projeto consistiu na decoração de uma caixa para acolher as partilhas recolhidas pelo grupo de crianças. O convite foi bem acolhido e os bens doados seguirão para junto daqueles que, de momento, mais precisam deles.
O grupo de Intervenção Precoce agradece o gesto de carinho de todas as crianças, seja pela decoração das caixas ou pela doação de bens, e a dedicação e empenho dos educadores, indispensáveis para a concretização desta atividade.
Com a ajuda de todos, tornaremos mais feliz o Natal de muitas crianças.
A todos, o nosso muito obrigado e votos de um Feliz Natal!
As docentes de Intervenção Precoce
Natal em Grande, com Literatura em Miniatura
Reinventar contextos de escrita e leitura é mais mais uma das atividades do DivArt City do Movimento 14-20 a Ler. O desafio deste ano para um “Natal em Grande, com Literatura Miniatura” consistiu em criar “haikus” ou “haicais”.
Depois das produções escritas de alunos do 9.º e 10.º anos, saem hoje nas rádios alguns dos múltiplos “haikus” entretanto gravados. Ouvido à escuta! quem foi que escreveu?: http://www.pombal97.com/index.php?lang=pt&post=8069
| Casa quente.
Rua muito fria… Natal divergente. (Sara Csernik) |
A família reunida
Para mais um Natal O Amor está no ar. (Mariana Neto) |
Natal, Natal divino
Abençoai os nossos corações Como fez Jesus Menino! (André João) |
| Natal a Natal,
Caridade sem valor… Qual é a moral? (Sara Csernik)
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Funciona a engrenagem da imaginação
A minha mãe diz que é neve Mas eu digo que é a magia do Natal. (Suelen Nascimento) |
Natal, Natalinho!
Traz o teu azevinho Para enfeitar o ninho. (Bernardo Santos)
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| O Natal é fixe,
Porque eu comi uma quiche E, depois, fui a Peniche! (Tomás Santos) |
As noites de Natal,
Não só aquecem o ambiente, Como as almas que o vivem intensamente. (Mariana Bento e Margarida Mota) |
Natal,
Para uns, cada vez mais vazio, Para outros, uma luz divinal!
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| Do Pai Natal
Doces hei de receber E comer! ¨ (Tiago Silva) |
Nesta noite estrelada,
Não te portes mal Ou levas uma “chinelada” (Daniela Avoila) |
No Natal é preciso
Muita paz e alegria E uma boa companhia (Laura Nunes) |
FELIZ NATAL!
F.Gomes
Sons e Sabores da Multiculturalidade
Registaram-se interpretações pela Universidade Sénior, seguiu-se o teste de conhecimentos sobre este património imaterial da humanidade, através do “Jogo do Milionário. Foi a vez de avô e neto fadistas revelarem talentos, antes de outras vozes de alunos do AEP ecoarem.
Após desafios e vivas emoções, o esperado momento do aconchego pelo paladar instalou-se, graças às iguarias de várias nacionalidades capazes de reunir à volta da mesma mesa os nativos e todos os que aprendem agora a nossa língua e já se aventuram a cantar algumas estrofes de fado.
Assim se compõem canções, novos dias e novos percursos de vida.
F. Gomes
Alunas do 9.º Ano participaram no evento mundial “Hora do Código”
Decorreu, no dia 12 de dezembro, uma atividade de iniciação à programação, organizada pelas docentes Ana Maria e Lina Oliveira (Departamento de Informática e Projeto “Engenheiras por Um Dia”), no âmbito do evento mundial “Hour of Code”. Alunas de três turmas do nono ano (A, F e I) juntaram-se a milhões de estudantes e professoras/es em mais de 180 países, para pôr mãos à obra num desafio de codificação.
A sessão, a que as organizadoras deram início com uma breve reflexão sobre a importância das tecnologias no nosso quotidiano, na resolução de problemas com que a sociedade se depara, e sobre a participação das mulheres nestas áreas profissionais, decorreu de forma bastante animada, e terminou após a conclusão de um desafio de codificação do popular jogo “Minecraft”.
O que disseram as participantes:
Hoje aprendi…
“como programar coisas básicas e outras mais avançadas, como fazer mover o personagem no jogo minecraft”
“ programar jogos básicos a partir de comandos de controlo”
“muita coisa interessante”
Hoje senti-me…
“uma programadora”
“uma mulher poderosa, criativa e engenheira”
“feliz e interessada nas atividades realizadas, gostei muito de aprender a programar e achei muito divertido”
Comentários Finais
“Quero dizer que adorei estar a programar um jogo que eu jogava desde o meu 5º ano”
“Eu achei este evento muito importante para motivar as alunas a pensarem em novos futuros e novas profissões.”
“Foram duas horas excelentes, muito produtivas e interessantes. Sinceramente nunca pensei que me fosse divertir tanto a trabalhar com a programação de um jogo básico. Foi uma experiência única e inesquecível.”
Palestra “Os Refugiados em Portugal”
No passado dia 10 de dezembro, no âmbito da comemoração do Dia Internacional dos Direitos Humanos, realizou-se uma palestra subordinada ao tema “Os refugiados em Portugal”, no auditório Dra. Gabriela Coelho, da Escola Secundária de Pombal, destinada aos alunos da disciplina de Geografia do 10.º ano. A sessão foi dinamizada pela professora estagiária Carolina Caetano que salientou a sua experiência na CPR (Conselho Português para os Refugiados), parceiro operacional do alto Comissariado das Nações Unidas (ACNUR). Esta atividade pretendia que fossem mobilizadas diferentes perspetivas sobre esta problemática, tendo sido bastante positiva.
Cristina Trovão, Professora de Geografia
“Ciência Fora de Portas”
No dia 12 de dezembro, o “Clube Ciência Viva” do Agrupamento de Escolas de Pombal saiu à rua e levou a “Ciência Fora de Portas”.
Foram protagonistas, nesta ação, um grupo de alunos da turma C do 9.º ano que se dirigiu à Casa de Repouso – Vinagres (Pombal), onde dinamizaram uma tarde de “Ciência Divertida”. Para isso, os alunos transformaram uma sala num laboratório, foram “cientistas” e, depois, a adrenalina transformou-se em conhecimento.
As atividades desenvolvidas são criativas e, simultaneamente lúdicas, com temáticas do quotidiano que envolvem o conhecimento científico.
Os objetivos desta iniciativa são despertar a curiosidade científica e mostrar que a ciência também tem a sua dose de diversão. Assim, as atividades atraíram a atenção dos utentes, que se mostraram muito participativos e alegres, tendo ficado o convite para regressarmos com mais “magias científicas”.
A responsável pela Casa de Repouso, Dra. Paula, enalteceu a importância destes momentos de convívio intergeracional, na promoção de um envelhecimento ativo e saudável e pelos momentos de grande alegria que proporcionam.
O Projeto “Ciência Fora de Portas” é uma iniciativa do “Clube Ciência Viva” do Agrupamento que veio para aproximar a ciência da sociedade, em particular da comunidade pombalense. E se o conhecimento é uma das principais formas de inclusão, por que não o popularizar? E como esse é também um intuito deste projeto pretendemos replicar esta ação, fomentando o envolvimento da população. Nesse sentido, novas atividades estão previstas na cidade, inclusive em parceria com outras instituições.
Estefânia Pires, Professora de Ciências Naturais (Clube Ciência Viva)
Projeto Green Cork
As rolhas decoram este Natal na escola Básica Marquês de Pombal. Parabéns aos artistas! Outros trabalhos em cortiça podem ser vistos aqui
Fátima Pessa
1 de dezembro: Dia Mundial de luta contra a SIDA
Em 1988, a Assembleia Geral das Nações Unidas e a Organização Mundial de Saúde (OMS) instituíram o primeiro dia de dezembro como o Dia Mundial de Luta contra a SIDA. Nestas três décadas, investigadores, profissionais de saúde, instâncias governamentais e outras instituições têm travado grandes combates contra esta doença: novos tratamentos, adoção de estratégias eficazes de rastreio e políticas de suporte ao doente. Muitos avanços foram conseguidos na abordagem, no seguimento e no tratamento da doença, pelo que esta infeção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH) foi transformada de doença mortal em doença com características de cronicidade.
Contudo, o trabalho continua, um dos objetivos a nível global é a erradicação desta pandemia até 2030. Simultaneamente, investe-se noutros campos de atuação, também eles prioritários, tais como a qualidade de vida dos sobreviventes, a discriminação/ estigmatização e o desenvolvimento da literacia, sendo este último o mais eficaz meio de melhorar significativamente os índices epidemiológicos.
Muitas pessoas ainda resistem à realização do teste VIH, com receio de enfrentar o diagnóstico e o estigma vivenciado nos meios sociais, laborais e familiares. Só este simples facto prolonga a doença, acelera o seu desenvolvimento e a sua transmissão. Há ainda tanto a fazer…
A Escola Secundária de Pombal não podia deixar de assinalar este Dia Mundial de Luta Contra a Sida com uma exposição de materiais informativos. Alertar, informar, apelar, prevenir, acautelar, nunca parecem excessivos. Importa também estender a mão aos doentes em recuperação, lembrar os infetados sem acesso a qualquer terapia, evocar os falecidos e homenagear todos aqueles que vivenciam ou vivenciaram a doença enquanto cuidadores.
Ostentamos na entrada da nossa escola o laço vermelho, símbolo de solidariedade coletiva e de comprometimento individual na luta contra a SIDA. Desta forma aliámo-nos ao lema da OMS deste ano no combate a esta doença: «As comunidades marcam a diferença», pois reconhece-se que a intervenção local dará frutos a nível nacional e internacional.
Equipa de Educação para a Saúde
