Saber(es) Fazer


Se na escola se adquirem as competências essenciais de leitura, escrita e cálculo que nos permitem responder aos “desafios” do dia-a-dia (como, por exemplo, interpretar horários de transportes públicos e efetuar contas mentalmente), a vida será um dos mais nobres mestres. De facto, é fora das salas de aula que ela acontece: na rua, em espaços públicos, no associativismo, no voluntariado e na transição de uma situação profissional para outra. A vida está nas escolhas que se fazem e no respirar de cada segundo.

E foi isso que os candidatos propostos a júri de certificação demonstraram no dia 20 de dezembro, momento que representa para cada candidato o culminar de um processo não apenas de reconhecimento de competências, mas também de aprendizagem.

Aqui, a Matemática para a Vida esteve presente nas marcações e nos moldes de confeção de chapéus de criança, de carteiras para senhora e de golas. Esteve, ainda, em fatos de apicultor que, num Carnaval, foi preciso cortar para ajustar à altura de um grupo de crianças.

As competências estiveram, ainda, na demonstração da técnica inerente ao ato de tocar instrumentos musicais tradicionais (ferrinhos e reco-reco) e na arte que é preciso conhecer e dominar para produzir o som desejado: mais agudo ou mais grave, consoante o tamanho dos instrumentos e a intensidade com que são tocados, sem esquecer que estes devem ser selecionados em função do espaço de atuação – espaços abertos ou fechados conduzirão a escolhas diferentes… as tais escolhas que a vida ensinar a fazer.

São Sabes(es) Fazer como estes que nos recordam a essência do processo de reconhecimento, validação e certificação de competências, pois não se adquirem através de métodos estritamente académicos e rigidamente formatados, mas de modo flexível, durante a vida, em contacto com os outros. E, porque “a vida é uma roda viva”, tudo isto implica também aprender a aprender para se poder extrair sumo e benefício das oportunidades proporcionadas pela Aprendizagem ao Longo (e em todos os espaços) da Vida.

Isabel Moio – Técnica de ORVC

Natal em Grande com Leituras em Miniatura


Natal em grande com Leituras em Miniaturas

No âmbito do projeto “DivArt City – reinventar contextos”, enquadrado no Movimento 14-20 a Ler (Plano Nacional de Leitura), alunos do 8ºA e do 9ºC, do Agrupamento de Escolas de Pombal, apresentaram “Natal em Grande com Leituras em Miniatura” dando voz a trabalhos alusivos a esta quadra festiva e emitidos na Rádio Clube de Pombal, entre os dias 22 e 25 de dezembro. 

Para ouvi-los, basta clicar em: http://pombal97.com/index.php?lang=pt&post=7387

Pela parceria e disponibilidade no acompanhamento “dos nossos jovens locutores”, expressamos o nosso agradecimento à Rádio Clube de Pombal e, em particular, à Ana Carolina Jesus .

A todos desejamos umas Boas Festas e um Feliz Ano Novo!

F.G.

“Põe a tua Terra nos píncaros” – Rádio Miúdos – EB Conde Castelo Melhor


A turma F do 4.º ano, da escola EB de Conde de Castelo Melhor, participou no concurso “Põe a tua Terra nos Píncaros – Um Herói da tua Terra”. Em conjunto com a professora Fátima Perdigão criaram um trabalho muito original alusivo ao Marquês de Pombal – Sebastião José de Carvalho e Melo, o qual resultou num Rap. A turma foi uma das vencedoras das escolas da Zona Centro do concurso e foi contemplada com uma visita à “Rádio Miúdos”, no Bombarral.

Carrega aqui para ouvires a notícia…

Muitos parabéns!

A EB Conde de Castelo Melhor comemora o Dia da Floresta Autóctone


No dia 23 de novembro, a escola Conde de Castelo Melhor comemorou o Dia da Floresta Autóctone com a plantação de freixos, próximo do Açude, em Pombal.

Os alunos caminharam até ao Açude, junto ao Rio Arunca. Durante o percurso observaram animais e plantas aí existentes, garças, peixes, passarinhos, pombos, insetos, freixos, amoreiras, carvalhos, tabuas… As tabuas são plantas aquáticas que ajudam a limpar as águas do rio.

No Açude, junto à Ribeira do Emporão, plantaram 100 freixos e colheram bolotas para mais tarde as semearem. A atividade teve a colaboração da Câmara Municipal de Pombal e o acompanhamento da engenheira Catarina Soares.

Os alunos adoraram a atividade e contribuíram para preservar a Biodiversidade e assim, melhorar a qualidade do Ambiente.

Carregue aqui para ver o filme…

 

Texto coletivo

Turma G

Dezembro, mês de certificações


“Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.”

Paulo Freire

As sessões de júri de certificações são a última etapa do processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências, constituem-se como um momento formal de demonstração de competências. Para  a equipa de formadores/avaliadores representam sempre oportunidades de novas aprendizagens.

Julia,  Pedro, Lúcia, Filomena,  Abílio,  Aldina, Anabela, Cristina e Luís MUITOS PARABÉNS e MUITO OBRIGADA pela partilha dos  saberes adquiridos na escola da vida.

Cristina Costa – Coordenadora do Centro

Ação de formação “Crianças e Jovens com Diabetes ‘Mellitus’ Tipo 1 (DM1) na Escola”


No sentido de promover a saúde, minimizar o impacto da DM1 no desempenho escolar dos alunos, capacitar docentes e não docentes para a gestão de situações intercorrentes de diabetes, e dando cumprimento à alínea a) do nº 2 do artigo 2º do Decreto Regulamentar nº 14/2012, de 26 de janeiro, bem como da orientação nº 006/2016 de 23 /11 /2016, realizou-se, no dia 10 de dezembro, pelas 18.00 horas, no auditório da Escola Secundária de Pombal, uma ação de formação, orientada pela Dr.ª Gracinda Junqueira e pelas enfermeiras Carla Santos e Jerusa Gameiro, profissionais do centro de saúde de Pombal, com intervenção em saúde escolar.

Perante uma assistência constituída por docentes de todos os ciclos de ensino e assistentes operacionais, a Dr.ª Gracinda Junqueira referiu os conceitos básicos da diabetes tipo 1, frisou a importância da articulação entre Encarregados de Educação e escola, os quais devem informar a escola do diagnóstico de DM1 do seu educando e facultar à escola informação que permita o acompanhamento da criança/jovem. Por sua vez, a escola deve solicitar a intervenção do interlocutor da Saúde Escolar local, apoiar a criança /jovem com DM1, durante todo o período letivo e nas atividades extracurriculares, providenciar os menus antecipadamente e apoiar na monitorização da refeição de acordo com o plano alimentar do aluno, respeitando e encorajando a independência. As crianças/jovens com diabetes não têm qualquer impedimento à participação em todas as atividades escolares, nomeadamente, de atividade física, visitas de estudo ou outras, devendo ter uma inclusão completa na vida normal da escola.Ler mais…

Matemática nas Florestas


No passado dia 14 de dezembro de 2018, os alunos de Matemática A, do 11.º ano, tiveram a oportunidade de assistir a uma palestra subordinada ao tema “Matemática nas Florestas”, no auditório da escola secundária, que contou com a presença da Dra. Liliana Ferreira, docente da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, do Instituto Politécnico de Leiria.

Nesta atividade, dinamizada pelo departamento de Matemática, a palestrante começou por fazer uma abordagem geral da importância da matemática nas nossas vidas, mostrando-nos diversas aplicações práticas no quotidiano e o seu contributo para as várias áreas do saber, deixando os alunos mais motivados para a aprendizagem desta disciplina. De seguida, exemplificou a relação da matemática com as florestas, desde a ordenação do território ao levantamento de dados e cálculos de áreas, mostrando diferentes aplicações, algumas em situações conhecidas como, por exemplo, o caso dos incêndios florestais. Salientou também o contributo indispensável da matemática na criação de softwares no âmbito do tema desta palestra. Foi uma abordagem muito interessante e uma boa sensibilização para aprender matemática.

Carolina Mendes e Daniela Dias